Segunda-feira, 30 de Novembro de 2009

Escritor José Viale Moutinho doa espólio camiliano a Famalicão

«O escritor José Viale Moutinho vai doar o seu espólio camiliano ao município de Famalicão, enriquecendo o acervo do Centro de Estudos Camilianos e da Casa de Camilo, em S. Miguel de Seide, informou fonte municipal.» Ler no Diário Digital.

Escritor valter hugo mãe revela-se cantor nos Governo

«Os Governo acabam de editar Propaganda sentimental, um EP que anuncia um novo projecto musical de dois músicos dos Mão Morta e do escritor valter hugo mãe, aqui revelado como vocalista.» Ler no Diário Digital.

José Emilio Pacheco ganha Prémio Cervantes

«O escritor mexicano José Emilio Pacheco ganhou hoje o Prémio Cervantes, o maior galardão das letras hispânicas.» Ler no Diário Digital, aqui, aqui e aqui.

2.º debate das celebrações dos 75 anos da publicação da Mensagem

Na sequência das celebrações dos 75 anos da publicação da primeira edição da Mensagem, de Fernando Pessoa, decorrerá no dia 2 de Dezembro um debate subordinado ao tema «É a hora! - O sentido da Mensagem», moderado por Carlos Vaz Marques, contando com a participação de Paulo Borges, Manuel Gandra e Miguel Real. Na Fnac Chiado, em Lisboa, às 18h30.

Próximo romance de valter hugo mãe sairá em Fevereiro

«O próximo romance do escritor português valter hugo mãe sairá em Fevereiro, está ainda sem título, mas contará uma história sobre a velhice, sobre o fim da vida, disse o autor à agência Lusa.» Ler no Diário Digital.

Acordo Ortográfico pronto a usar a partir de Janeiro

«Está tudo a postos para que o Acordo Ortográfico arranque em Janeiro de 2010. Nessa data, haverá já dois Vocabulários Ortográficos da Língua Portuguesa (VOLP) no mercado, um conversor automático gratuito para adaptar os textos às novas regras e a agência Lusa editará todas as notícias com a nova ortografía» Ler no Sol.

«A ministra da Cultura garantiu, [na passada] sexta-feira, que o Acordo Ortográfico vai entrar em vigor sem atrasos em Portugal e tal como previsto em Janeiro, noticia a "Lusa".» Ler no IOL Diário.

Comunidade de leitura na Livraria Almedina

A propósito da obra Barroco Tropical, de José Eduardo Agualusa, nos próximos dias 2 e 16 de Dezembro, às 19H00, na livraria do Atrium Saldanha, em Lisboa.

Leitura paralela proposta: As Mulheres do Meu Pai, de José Eduardo Agualusa

Aqui e aqui.

Grupo Babel contra edição popularucha

«Após ter fechado o negócio de compra das editoras Verbo e Ulisseia, Paulo Teixeira Pinto não fecha a porta a futuras aquisições que o promovam do quinto grupo para melhor posição

Babel é o nome da holding que vai gerir as editoras que Paulo Teixeira Pinto tem adquirido desde que se envolveu no negócio do livro. Essa designação será também a das cinco livrarias do que agora se torna o quinto grupo nacional nesta área. Para o editor, não vai haver grandes mudanças a nível editorial e a única característica que o norteará será "tornar-se o melhor e não o maior. Nunca uma edição comercial ou popularucha". Cada chancela terá um segmento e cada um o seu conteúdo próprio é outra das filosofias da nova Babel.» Ler no Diário de Notícias.

O que se lia na I Guerra Mundial

Consulte aqui alguns dos livros lidos pelos soldados nas trincheiras, durante a I Guerra Mundial. Via Bibliotecário de Babel.

101 blogues sobre livros

Ver aqui. Via O Jardim Assombrado.

Opinião: A indústria do livro - um futuro interrogativo, por Francisco José Viegas

N.E.: Texto originalmente publicado na revista LER.

A INDÚSTRIA DO LIVRO – UM FUTURO INTERROGATIVO
por Francisco José Viegas (*)

De que fala esta revista desde 1986? De livros. De literatura e de não-literatura – mas de livros. Do mundo português dos livros. Livros impressos em papel, encadernados, cheirando a papel e tinta, dispostos nas estantes das livrarias e das bibliotecas, recordados e criticados (amados, detestados) por centenas de autores de textos que, ao longo dos últimos 23 anos, colaboraram nas páginas da LER.

De então para cá, o mundo alterou-se substancialmente – mas ninguém pôs em causa a existência do livro, a sua longevidade, o seu futuro, a sua necessidade. Está na altura de o fazer, nem que seja como simples «hipótese académica»: o livro, tal como o conhecemos hoje, pode desaparecer a prazo. As «hipóteses para o futuro» estudadas por várias fundações, organismos internacionais, institutos privados ou públicos acentuam essa perspectiva: a de o mundo do livro poder vir a alterar-se gradualmente na próxima década – o que se traduziria no aumento crescente de livros disponibilizados em suporte digital, e na diminuição da percentagem de livros impressos em papel e publicados para o circuito tradicional de livraria. Esta hipótese, por mais «criativa» que seja, devia fazer pensar a indústria do livro (mais do que os leitores propriamente ditos, que não deixariam de ler).

Vamos por partes. A primeira delas: a «indústria do livro» aprendeu pouco com a crise vivida pela «indústria da música». Confiante na plataforma tradicional do papel impresso, transformou a palavra «longevidade» na palavra «eternidade», e prefere evitar a discussão franca e aberta sobre os próximos anos. Compreende-se: por um lado, a «indústria editorial» vive do negócio do papel impresso; por outro, admitindo que reflecte sobre o assunto, fá-lo em segredo, porque este é, ainda, a alma do negócio. Há, por isso, quem esteja mais e menos preparado para os próximos tempos.

A segunda: não relacionando a crise da «indústria musical» com o seu trabalho, pretende afirmar a especificidade do seu negócio e do seu ofício, como se – ao longo dos últimos 30 anos – não tivesse senão seguido as pisadas da sua congénere, dedicando parte substancial do seu trabalho a transformar a edição de livros em edição de puro entertainment.

A terceira: no mundo da «indústria editorial», só os editores e os autores estarão em condições de enfrentar as dificuldades que se prevêem. Esta é a boa notícia mascarada de boa notícia. A má notícia mascarada de má notícia ou de boa notícia, consoante a perspectiva em que cada um se coloque, é que a indústria gráfica e as redes de distribuição e de comercialização sofrerão muito mais. O que pode levar muita gente a pensar que há uma vantagem perversa nessa vitória do e-book: desabará a má economia com que os editores têm, actualmente, de alimentar um circuito de distribuição perverso. É provável que os editores possam publicar sem terem de investir tanto em margens comerciais e num sistema de intermediários que, realmente, têm cada vez menos a ver com o livro em si mesmo (a sua qualidade, a sua natureza e a sua fragilidade), e mais com a natureza irremediável das redes de distribuição e a imposição das suas regras.

Fazer o download de um livro pela Net dispensará uma série de etapas. Era bom que essas pessoas e empresas (que hoje são «as etapas») estivessem de sobreaviso. Actualmente, são elas que detêm grande parte do poder de decidir a sorte ou a má sorte de um livro do ponto de vista puramente comercial – talvez por isso devessem tratar melhor os editores e os autores, esforçar-se mais, escolher melhor, pensar que a capacidade do mercado não é infinita e que é necessário reinventar ou inventar outros instrumentos para vender livros e prolongar a sua vida nas estantes.

A indústria do livro deve retirar lições – e lições importantes – sobre o que aconteceu com a indústria da música, onde as equipas comerciais e a rede de distribuição foram queimadas vivas (ou estão moribundas) porque, entre outras coisas, sacrificaram os editores e os autores. Podemos dar as mãos e evitar isso. Porque a forma como «o retalho» está a sacrificar os editores, afunilando as escolhas de livros para venda, é apenas uma fuga para a frente. Se o e-book triunfar, daqui a 10 ou 20 anos, vai restar apenas um pouco desse mundo. E já vai ser tarde para se arrependerem. Ou nos arrependermos.

(*) Francisco José Viegas é jornalista, escritor e editor. Multipremiado enquanto autor, desempenha actualmente as funções de director editorial da Quetzal e de director da revista LER. Distinguido com o Prémio APE, pelo romance Longe de Manaus, o seu romance mais recente intitula-se O Mar em Casablanca.
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Domingo, 29 de Novembro de 2009

Intel Reader



Vídeo retirado daqui.
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Sábado, 28 de Novembro de 2009

Babel é o nome do novo grupo editorial de Paulo Teixeira Pinto.

O grupo editorial, liderado por Paulo Teixeira Pinto, chamar-se-á Babel e absorverá a Verbo e a Ulisseia. Esta marca umbrella deverá ser apresentada ainda em Dezembro. Segundo fonte da Briefing, «esta operação está a ser suportada por um investidor institucional”.

Ler no site da Briefing.

Nem toda a gente gosta do kindle



Via Ciberescritas.
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Sexta-feira, 27 de Novembro de 2009

Protocolo distribui milhares de livros nas comunidades lusas

«Milhares de livros serão distribuídos nas comunidades portuguesas no âmbito de um acordo assinado hoje entre a Secretaria de Estado das Comunidades e a Imprensa Nacional-Casa da Moeda, informou o gabinete do secretário de Estado.» Ler no Diário Digital.

Jornalistas italianos em S. Miguel para conhecer cenários de Fúria Divina

«Um grupo de sete jornalistas italianos visita este fim-de-semana a ilha de S. Miguel, nos Açores, para conhecer o cenário de Fúria Divina, o mais recente romance do jornalista José Rodrigues dos Santos.» Ler no Público.

E depois dos feiticeiros e dos vampiros, o que virá?

Veja aqui algumas das apostas para o próximo sucesso de vendas, depois de Harry Potter e da saga «Twilight». Via Bibliotecário de Babel.

José Ribeiro abandona Fundação Agostinho Fernandes

José Ribeiro apresentou a sua demissão do projecto editorial e livreiro da Fundação Agostinho Fernandes, onde desempenhava funções de direcção editorial na Portugália Editora e na Sá da Costa Editora, trabalhando ainda na direcção das livrarias.

Costa Book Awards nomeia dois autores falecidos

«Pela primeira vez em mais de dez anos, o Costa Book Awards - antes denominado Whitbread Literary Awards, um dos mais prestigiados galardões literários britânicos - volta a incluir na sua lista autores já falecidos, noticia o jornal britânico The independent.» Ler no Público.

75 anos da publicação da Mensagem, de Fernando Pessoa

No próximo dia 1 de Dezembro fará 75 anos da publicação da primeira edição da Mensagem, de Fernando Pessoa. Como forma de destacar esta efeméride, a Biblioteca Nacional de Portugal (BNP), a Direcção-Geral do Livro e das Bibliotecas e a Câmara Municipal de Lisboa irão promover uma sessão comemorativa no anfiteatro da BNP, onde a Guimarães Editores, em parceria com a Fnac, irá lançar uma edição da Mensagem facsimilada do dactiloescrito original. Esta sessão contará com a presença de Jorge Couto (Director da BNP), Paula Morão (Directora- Geral, DGLB), Paulo Teixeira Pinto (Guimarães Editores), David Ferreira (FNAC Portugal) e Catarina Vaz Pinto (Vereadora da Cultura, CML), decorrendo ainda um debate subordinado ao tema «Pessoa e o sonho do supra-Camões», moderado por Carlos Vaz Marques, com a participação de Eduardo Lourenço, Manuel Alegre e Vasco Graça Moura.

Editora Bubok já publicou 450 livros em Portugal

«O bom acolhimento ao modelo em Espanha levou a editora e livraria on-line Bubok a apostar em Portugal, onde já publicou 450 títulos em formato electrónico ou no sistema print-on-demand desde finais Junho.» Ler no Diário Digital.

Grupo LeYa quer adquirir editoras no Brasil

«O grupo LeYa está a apostar em força no mercado brasileiro. Depois de ter arrancado com uma subsidiária em São Paulo, no passado mês de Setembro, o seu presidente, Miguel Pais do Amaral, já pensa em comprar editoras no país irmão.» Ler aqui.

UE analisa forma de impulsionar a digitalização de livros

«Os ministros da Cultura da União Europeia debatem, hoje, em Bruxelas, como hão-de impulsionar a digitalização de livros e de outros conteúdos culturais europeus através de iniciativas como a Europeana, a biblioteca virtual comunitária.» Ler no Diário Digital.

Emprego: Comercial

A Guerra e Paz Editores pretende contratar um COMERCIAL com experiência no sector e com criatividade para descobrir novos mercados para o livro.


Os interessados devem enviar apresentação e CV para guerraepaz@guerraepaz.net.

Editoras negligenciam jovens leitores

Livreiros e agentes alertaram que os mais jovens leitores estão a ser negligenciados pelas editoras, em detrimento do crescente segmento de «jovens adultos». Ler aqui.

Opinião: Vale a pena publicar?, por Nuno Seabra Lopes

VALE A PENA PUBLICAR?
por Nuno Seabra Lopes (*)

Quantas são as vezes em que um editor se confronta com esta questão? Quem trabalha diariamente entre provas e manuscritos, sabe que esta é uma pergunta constante do trabalho de editor. Semanalmente, chegam-lhe obras em avaliação, e a pergunta insinua-se: vale a pena publicar? Na resposta a dar, têm-se envolvido cada vez mais pessoas, os comerciais e o departamento de marketing, a administração e um conjunto de outras personagens, que têm respostas mais ou menos pensadas de acordo com a sua visão dos livros e com as suas necessidades de trabalho. Mas que visões são essas?

* * *

Valer a pena publicar foi sempre uma decisão difícil, uma decisão editorial que é sinónimo de investimento num livro em detrimento de outro. O resultado final corresponde à nossa produção, logo, àquilo que ditará o sucesso, financeiro ou de outro tipo, da editora e do editor.

Independentemente do facto de a decisão respeitar, por vezes, critérios diferenciados, dos mais culturais e pessoais até questões de posicionamento ou de comunicação, o factor mais comum nas principais empresas do ramo editorial é a capacidade de determinado título gerar dinheiro. Como empresas que são, é vital que os livros dêem dinheiro para poderem sobreviver, pagar salários e ter lucro.

Essa análise da obra – que considera a capacidade de um livro gerar dinheiro – é já feita, muitas vezes e nas principais estruturas, com base numa avaliação que ultrapassa o produto e o editor. As velhas interrogações do editor («existe mercado para este livro?», «será que há gente suficiente para o comprar?») são restritivas e insuficientes para os dias de hoje. Daí que as editoras pensem já para além dos seus livros e tenham em atenção tanto o mercado quanto as suas vantagens competitivas face à concorrência.

Em relação ao produto, se considerarem que é bom, verão também se o conseguem produzir com um custo tão baixo ou com uma margem semelhante à da concorrência. Se fazem algo barato, procuram averiguar se, na concorrência, existe outro produto mais adequado, e por aí em diante. Isto é, avaliam o livro de forma global, olhando para além dele próprio e comparando-o com o que existe no mercado.

Como em todos os mercados, este funciona também em concorrência, e os nossos produtos – por mais únicos e individuais que julguemos que sejam – têm de vingar num mercado onde outros cumprem as mesmas motivações e têm como destinatário o mesmo público final. Ou seja, são observados na sua adequação para a mesma função, face ao mesmo preço.

Hoje em dia, valer a pena publicar tem menos a ver com o livro do que connosco: os nossos recursos, a adaptação e a experiência da nossa estrutura, a nossa capacidade comercial, o valor da nossa marca, etc. Valer a pena publicar é uma questão que vai para além do mero palpite, e muitas editoras sabem-no já, pois especializam-se e criam enfoques, direccionam marcas e procuram criar a sua estrutura apostando somente nos elos que lhes dão riqueza.

Daí que, hoje em dia, tantas pessoas se envolvam na decisão de publicação de uma editora, porque editar já não é só uma função do editor.

(*) Nuno Seabra Lopes é licenciado em Estudos Europeus, tem Especialização para Técnicos Editoriais e Mestrado em Estudos Editoriais. Trabalha desde 1999 no sector da edição, sendo Especialista Convidado do Curso de Especialização para Técnicos Editoriais da Faculdade de Letras da Universidade de Lisboa. É sócio-fundador da Booktailors e consultor editorial especializado nas áreas da Edição e de Estratégia.
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Quinta-feira, 26 de Novembro de 2009

Google Books pode ser maior biblioteca online do mundo

«O Google Books pode tornar-se na maior biblioteca online do mundo, caso consiga um acordo para a distribuição digital de milhões de livros que não estão a ser publicados, anunciou a própria empresa, numa nota oficial, divulgada no seu site.» Ler no Diário Digital.

31 editoras portuguesas no twitter

O twitter EstudosEdição juntou os respectivos twitters de 31 editoras nacionais numa secção da sua própria página. Para seguir aqui.

Trinta anos dos Xutos & Pontapés em dois livros para miúdos e graúdos

«A comprovar que os Xutos & Pontapés são para todas as idades, na próxima semana chegam às livrarias uma biografia e um livro para crianças, duas edições que se associam aos trinta anos da banda rock portuguesa.» Ler no Público.

Stephen King poderá fazer sequela de Shining

«Ao falar para os fãs em Toronto sobre o seu livro Under the Dome, Stephen King anunciou que começou a trabalhar numa ideia para uma sequela de The Shining, publicado em 1977. Nesta sequela Danny terá 40 anos e estará num hospício de Nova Iorque.» Ler no Público.

Acordo Ortográfico apreciado em Moçambique e Angola

«Moçambique está na "fase final" da apreciação do Acordo Ortográfico que, em breve, deverá ser submetido à análise pelo Conselho de Ministros, disse o vice-ministro moçambicano da Educação e Cultura, Luís Covane.(...)

Entretanto, o vice-ministro da Educação de Angola, Pinda Simão, disse que uma equipa multidisciplinar está a trabalhar sobre o dossier que levará à ratificação do Acordo Ortográfico, mas também sem avançar uma data provável para a ratificação.» Ler no Jornal de Notícias.

Os livros do ano

Leia no Guardian as escolhas de autores, actores, críticos, realizadores, jornalistas, entre outros.

«Revisitar, descobrir Guerra Junqueiro»

«Está em marcha um amplo projecto evocativo da vida e obra da figura a que muitos chamam a voz poética da República. "Revisitar, descobrir Guerra Junqueiro" parte do meio académico para chegar a toda a comunidade.» Ler no Jornal de Notícias.

Biblioteca Nacional compra espólio de Luiz Pacheco por 12 mil euros

«Mais de cem documentos do escritor Luiz Pacheco, incluindo cartas, entrevistas e críticas literárias, foram comprados pela Biblioteca Nacional por 12 mil euros num leilão que decorreu na terça e quarta-feira à noite, num hotel de Lisboa.» Ler no Público.

Inaugura mostra sobre Luiz Pacheco

«Hoje, às 17.30, será inaugurada na Galeria da Biblioteca Nacional uma exposição dedicada ao escritor Luiz Pacheco, intitulada "Contraponto: um homem dividido por dois". A mostra estará patente até 27 de Fevereiro de 2010.» Ler no Diário de Notícias.

Promoção da Bertrand «Compre um livro, receba outro»

A Bertrand está a oferecer a obra Somos o Esquecimento que Seremos, de Hector Abad Faciolince, nas compras online do 2666, de Roberto Bolaño. Ambos os livros são publicados em Portugal pela Quetzal Editores. Ver aqui.

Lua Nova hoje nos cinemas

«A saga "Crepúsculo" já é, dizem as vendas, o novo Harry Potter. Voltamos aos números: quatro livros, 19 milhões de exemplares vendidos, traduções para 37 línguas, incluído o árabe. Se andou os últimos anos perdido no mato e não está a entender o interesse do mundo islâmico por uma história americana sobre vampiros (criaturas que saem à noite das sepulturas para sugar o sangue dos vivos e transformar virgens em mulheres desvairadas), o i esclarece: a palavra-chave deste fenómeno milionário é "abstinência".» Ler no jornal i.

Nook esgotado

A Barnes & Noble esgotou o stock do seu leitor de eBooks, Nook, em virtude das pré-encomendas de Natal. Segundo comunicado da empresa, «While we increased production based on the high consumer interest, we've sold out of our initial nook allotment available for delivery before the holidays.» Ler aqui.

3.ª edição de O Símbolo Perdido Descodificado esgota

Segundo números da Europa-América, O Símbolo Perdido Descodificado, de Simon Cox, esgotou a sua 3.ª edição (cerca de 30 000 exemplares) em sete dias.

A Turma da Mónica, por Isabel Coutinho

«Alguém se lembrou de misturar a Turma da Mónica (sim, aquelas histórias de BD que se compravam nos quiosques e estavam ao lado dos Tio Patinhas) com as potencialidades da Internet e assim nasceu “o primeiro editor online de histórias em quadradinhos do Brasil”. No portal a Turma da Mónica “fãs de todas as idades” podem criar as suas próprias histórias, usando personagens, cenários, objectos e “balões” do universo da Turma da Mónica.» Ler na íntegra aqui.
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Quarta-feira, 25 de Novembro de 2009

Miguel Real vence Prémio Jacinto do Prado Coelho

«Eduardo Lourenço e a Cultura Portuguesa, de Miguel Real é o grande vencedor do Prémio Jacinto do Prado Coelho, da Associação Portuguesa de Críticos Literários.» Ler no Correio da Manhã.

Bibliotecários da British Library substituídos por robôs

«A Biblioteca Nacional do Reino Unido vai reinstalar parte do seu acervo num novo prédio, onde a responsabilidade pelo armazenamento de 7 milhões de itens passará de um bibliotecário para uma grua - aparelho para levantar pesos, como um guindaste - robotizada.» Ler no Diário Digital.

Alice Vieira no «Café com Letras» esta quinta-feira

«O "Café com Letras" vai convidar na sua edição de Novembro Alice Vieira, que estará à conversa com Carlos Vaz Marques na Biblioteca Municipal de Carnaxide, dia 25 de Novembro, às 21:30.» Ler no Diário Digital.

Moçambique na fase final de apreciação do Acordo Ortográfico

«Moçambique está na «fase final» da apreciação do Acordo Ortográfico que, em breve, deverá ser submetido à análise pelo Conselho de Ministros, disse hoje à Lusa o vice-ministro moçambicano da Educação e Cultura, Luís Covane.» Ler no Diário Digital.

QuidNovi e Correio da Manhã lançam colecção «Reis de Portugal»

Comemorando os 100 anos da Implantação da República, a QuidNovi e o Correio da Manhã começaram na passada quinta-feira a colecção «Reis de Portugal». Os fascículos saem às quintas-feiras até 11 de Março. A colecção é coordenada pela Academia Portuguesa da História.

Sánchez Ferlosio vence Prémio Nacional das Letras de Espanha

«Rafael Sánchez Ferlosio foi distinguido com o Prémio Nacional das Letras de Espanha. «El Jarama», Prémio Nadal em 1955 e Prémio da Crítica no ano seguinte, é considerada a sua principal obra e o autor é considerado o expoente máximo do realismo social espanhol do pós-guerra.» Ler no Diário Digital.

eBooks podem impulsionar novas formas de escrita

«A escritora Cláudia Galhós, a primeira autora portuguesa a lançar um livro na plataforma Second Life, acredita que os formatos electrónicos podem funcionar como um desafio à criatividade e estimular novas formas de escrita.» Ler no Diário Digital.

Exemplar de «A origem das espécies» vendido por 170 mil dólares

«Um exemplar da primeira edição de A origem das espécies, livro de Charles Darwin que revolucionou as ciências naturais há 150 anos, foi vendido terça-feira por 103 250 libras (170 mil dólares) [cerca de 113 333 euros], anunciou a casa de leilões Christie´s.» Ler no Diário Digital.

Extinta Livraria Buchholz procede a liquidação total dos stocks em Dezembro

«A partir de 1 de Dezembro vai realizar-se uma liquidação total dos stocks existentes na extinta Livraria Buchholz, também conhecida como Livraria Alemã.» Ler no Jornal de Negócios.

Teresa Veiga recebe Prémio de Conto Camilo Castelo Branco

«A cerimónia de entrega do Grande Prémio de Conto Camilo Castelo Branco 2008 vai decorrer esta sexta-feira, às 16:00 horas, no Centro de Estudos Camilianos, em Vila Nova de Famalicão.» Ler no Diário Digital.

Ministério anuncia directores regionais da Cultura

«Paula Silva (Norte), Pedro Pita (Centro), João Soalheiro (Lisboa e Vale do Tejo), Aurora Carapinha (Alentejo) e Dália Paulo (Algarve) são os nomes dos cinco directores regionais de Cultura, anunciados hoje pelo ministério de Gabriela Canavilhas. Com estes responsáveis, a tutela pretende “conferir uma nova orientação estratégica aos organismos tutelados pelo Ministério da Cultura e de lhes imprimir uma nova dinâmica”.» Ler no Público.

Para reeditar este livro até a tinta teve de ser inventada

«Lisboa, Cidade Triste e Alegre, de Victor Palla e Costa Martins, está de volta. Um dos melhores livros de fotografia da Europa do pós-Guerra mostra que sabe viver múltiplas vidas.» Ler no Público.

Fnac à venda

«Há quatro anos que o milionário François-Henri Pinault anda a tentar vender a Fnac e a Conforama. Administrador- -delegado do gigante PPR S.A. (Pinault--Printemps-Redoute), que detém marcas de luxo tão sonantes como Gucci e Yves Saint Laurent, Pinault tem uma equipa de 12 pessoas à procura de bons compradores para as duas cadeias europeias. "Bons" significa que estarão disponíveis para pagar algo como quatro mil milhões de euros pelas marcas. A intenção estava a ser desenhada desde 2006, mas foi interrompida pela crise mundial. Agora que os mercados financeiros estão a voltar ao normal, Pinault decidiu voltar à carga.» Ler no jornal i.

Edição facsimilada de livro original de Fernando Pessoa assinala 75 anos

«Setenta e cinco anos depois da primeira edição de Mensagem, o único livro de poemas em português que Fernando Pessoa publicou em vida, a 1 de Dezembro de 1934, a Guimarães Editores lança uma edição facsimilada do dactiloscrito original.» Ler no Público.

Borders posta novamente à venda

A cadeia de livrarias britânica Borders foi colocada novamente à venda, quatro meses depois de ter sido comprada pela Valco Capital Partners. Foi ainda divulgado que a VW Smith colocou de parte a possibilidade de compra da cadeia. Ver aqui.

Livro de Sarah Palin vende 300 000 exemplares no primeiro dia

O livro de memórias de Sarah Palin, Going Rogue, vendeu 300 000 exemplares no primeiro dia de vendas. Ler aqui.

Opinião: O amor dos escritores, por Senhor Palomar

N.E.: Texto originalmente publicado aqui.

O AMOR DOS ESCRITORES,
por Senhor Palomar (*)

Escritor é gente que não sabe amar sem meias medidas - nem à vez, já agora - sendo conhecidas as muitas infidelidades de J.-P. Sartre, que tanta angústia trouxeram a Simone de Beauvoir. Já Jorge Amado afirmava que «não se pode dormir com todas as mulheres do mundo, mas esse esforço deve ser feito». Há um autor das Publicações Dom Quixote que está sempre reunido de mulheres - como um íman, vejo-o trocar copos e sorrisos. Numa entrevista de vida, António Lobo Antunes (outro autor Publicações Dom Quixote) disse a João Céu e Silva que não tinha tido assim tantas mulheres. O interlocutor, que se dispôs a reunir numa longa entrevista o vasto percurso biobibliográfico do autor, colocou uma nota para o leitor, confirmando que, na verdade, foram muitas. Não é que de facto, para o vulgar humano, não tivessem sido muitas as mulheres que António Lobo Antunes teve. Por isso nem o escritor estava a mentir, nem o comentário do interlocutor era despropositado. Cada um de nós vê o mundo com o seu olhar, e todos nós temos bagagem quando embarcamos. Por isso, e porque António Lobo Antunes não parece ter um problema com a aritmética, o que ali se assistiu foi a diferença de mundo entre um vulgar homem e um (grande) escritor. Se nos comovemos com o que escrevem, é porque o fazem de forma exacerbada e única. E, se há autores que precisam de uma musa, na verdade, o que eles estão a dizer é que precisam de materializar numa ideia o mundo todo. Todas as mulheres. Uma por uma: as belas, altas, magras, mas também as gordas, as feias, as desajeitadas.

São conhecidas as aventuras amorosas de Lobo Antunes, em que mulheres lhe dão o número de telefone em caligrafia delicada, esperando que sejam uma das eleitas. Algumas, ao que parece muitas, são-no. Não será por isso à toa que muitos convidados acabaram por ser expulsos do local onde o escritor escrevia. Estavam a mais. O autor precisava de amar. Só mais um pouco. Uma amiga do Senhor Palomar fez uma vez uma pergunta ao autor de Manual dos Inquisidores numa sessão pública. A pergunta perdeu-se no vozeirio e nos silêncios da sala. Mas Lobo Antunes não a esqueceu: nem a ela nem à pergunta. No final, disse-lhe que gostara da pergunta. Estiveram 30 minutos a falar, só os dois. Durante aquele período, a amiga confirma-me que ele passou o tempo todo a olhá-la. Foram apenas 30 minutos da sua vida, mas volta e meia conta-me a história. Again and again. Ela conta sempre isto sem se importar, como se o olhar de António elevasse, ou pelo menos não pesasse. Talvez seja isso.

Claro que existe sempre o outro lado, bem como o machismo latente em cada uma das frases que o Senhor Palomar escreveu até aqui, coisa de que o narrador não quer ser acusado pela Senhora Palomar. Ela sabe que não é assim, bem certo, porque já o conhece o suficiente, mas nada como colocar os pontos nos is. Claro que o outro lado o comove (não preocupa). Nem mesmo uma mulher independente e livre como Simone de Beauvoir era capaz de lidar, sem sofrer com essa situação, com os muitos amores do Nobel francês. E é claro que tudo isto que foi dito nos primeiros parágrafos desculpabiliza uma série de choros e tristezas. Houve vidas decepadas e rotinas destruídas, que acabaram na caixa de urgências. Houve quem nunca mais dali saísse. Mas isso dá-se apenas porque ainda não percebemos que escritor é um bicho. É um bicho com mais ventrículos e aurículas que o vulgar homem. Escritor acha que ali caberá, sempre, todo o mundo. E o mais provável é que caiba mesmo.

(*) Benfiquista, Senhor Palomar é uma ficção de uma ficção e mantém o blogue homónimo. Tem 31 anos e cursou Ciências da Comunicação. Gosta de livros. E de tostas mistas.
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Terça-feira, 24 de Novembro de 2009

Pais do Amaral investe no mercado angolano

«A companhia de seguros angolana Garantia Seguros, onde o empresário português Miguel Pais do Amaral é o accionista de referência, recebeu do Ministério de Finanças uma autorização para explorar uma cota de 8 por cento nos mercados do petróleo, mineração, aviação e agricultura (...)

O empresário referiu que estava a estudar o sector financeiro angolano há algum tempo pois é "um mercado atractivo".

A educação, através do grupo Leya, as tecnologias de informação, com a Tecnidata e a Roof, os seguros e a agricultura, com projectos em Malange e no Kunene, são os quatro ramos de negócio de Pais do Amaral em Angola, num investimento total de aproximadamente 40 milhões de dólares.» Ler no Sol.

Novo filme da saga «Twilight» estreia nos cinemas

O novo da saga «Twilight», Nova Lua estreou este fim-de-semana no Estados Unidos, arrecadando um total de 140 milhões de dólares (cerca de 93.55 milhões de euros) nas cerca de 8500 salas de cinema norte-americanas. A sequela, baseada no livro homónimo de Stephenie Meyer, estreia em Portugal esta quinta-feira, dia 26. Ler aqui, aqui e aqui.

Sebenta lança manuais escolares online

«A Sebenta, editora da Oficina do Livro que pertence ao grupo LeYa, pretende criar os primeiros manuais escolares online, no âmbito de um projecto pioneiro a nível mundial com vista a satisfazer as necessidades de alunos e professores.» Ler no Correio da Manhã.

Parlamento guineense ratifica Acordo Ortográfico

«Os deputados da Assembleia Nacional Popular da Guiné-Bissau ratificaram segunda-feira o acordo ortográfico de língua portuguesa por unanimidade, disse hoje à agência Lusa o deputado Augusto Olivais, do Partido Africano da Independência da Guiné e Cabo Verde (PAIGC).» Ler no Diário Digital.

4.ª jornada da Liga Booktailors - Futebol Fantástico

Tem início hoje mais uma jornada da Liga Booktailors - Futebol Fantástico. Será possível efectuar transferências até às 17h15 de hoje (prazo imposto pelo site). Se desejar poderá ainda juntar a sua equipa a esta primeira edição da Liga Booktailors. Para tal, bastará usar o código: 174140-38458. Recordamos que a contabilização de pontos na Liga Booktailors começou apenas na segunda jornada da Liga dos Campeões.

Apresentamos abaixo o topo da tabela classificativa onde Diogo Coelho, da Booktailors, retomou a liderança. Destaques para Bruno Malheiro que, com a melhor pontuação na jornada anterior, subiu para a 2.ª posição, para a consistência de Vítor Paulino e Ana Moreira na 3.ª e 4.ª posição, respectivamente, e ainda para Paulo Ferreira, também da Booktailors, e Guilherme Pires, que finalmente decidiram dar um ar da sua graça, esta época, aparecendo na 6.ª e 9.ª posição da tabela classificativa, respectivamente. Ainda há muito futebol e muitos pontos pela frente, nesta renhida 1.ª edição da Liga Booktailors - Futebol Fantástico.

1.º Diogo Coelho, 174 pontos
2.º Bruno Malheiro, 172
3.º Vitor Paulino, 155
4.º Ana Moreira, 140
5.º Tiago Falcoeiras, 139
6.º Paulo Ferreira, 135
7.º Mário Pinheiro, 134
8.º Hugo Sousa, 134
9.º Guilherme Pires, 133
10.º Jorge Silva, 133

Resta-nos desejar boa sorte para esta jornada da Liga dos Campeões.

Grandes obras da literatura infantil leiloadas nos Estados Unidos

«Uma cópia do livro Through the Looking Glass, and What Alice Found There, que pertenceu à rapariga britância que inspirou Lewis Carrol, autor de Alice in Wonderland será vendida em leilão no próximo mês, informou a Profiles in History, a companhia dos Estados Unidos por detrás da venda.» Ler no Público.

Prémio Maria Rosa Colaço distinguiu livros infantis

«O Prémio Literário Maria Rosa Colaço distinguiu na edição de 2009 as obras Mãe, não pises a minha sombra!, de Ana Esteves; e A estranha e mágica história de Vivaldo Bonfim, de Afonso Cruz.» Ler no Diário Digital.

Ministra da Educação e Ana Maria Magalhães já trabalham em novas aventuras

«Isabel Alçada é ministra da Educação há um mês, mas no sábado recomeçou a trabalhar com Ana Maria Magalhães em mais histórias infanto-juvenis como Uma Aventura na Casa Assombrada, cujo filme, a estrear brevemente, a deixou “surpreendida”.» Ler no Público.

Espólio de Luiz Pacheco num leilão ecléctico

«Perto de uma centena de cartas, enviadas pelo escritor Luiz Pacheco (1925-2008) a diversos destinatários, vai amanhã a leilão em Lisboa, juntamente com um importante acervo de outros documentos do autor, incluindo manuscritos, dactiloscritos e provas tipográficas de alguns dos seus textos essenciais. No total, são 158 documentos, a vender num só lote, a partir de uma base de licitação de 12 mil euros, valor que o organizador do leilão, Nuno Gonçalves, da livraria Otium Cum Dignitate, espera ver ultrapassado.» Ler no Público.

Comunidade de leitura «Nós e os Clássicos»

Sobre a temátiva Grandes textos do Budismo. A 26 de Novembro, às 19:00, na livraria Almedina do Atrium Saldanha (Lisboa), com a participação de Tsering Paldron.

Aqui.

Originais de BD rendem milhões

«O mercado dos originais de banda desenhada, considerado por especialistas como um bom investimento, continua em alta.

Um leilão realizado no passado fim-de-semana em Paris rendeu quase dois milhões de euros.» Ler no Jornal de Notícias.

Escritor ateu escreve final diferente para Jesus na Bíblia

O escritor Philip Pullman criou um final alternativo para o Novo Testamento, alterando o final da história de Jesus Cristo. Ler aqui.

Watersone's abre livraria online para livros em segunda mão

A Waterstone's juntou-se à livraria online de livros raros e em segunda mão Alibris, para lançar um novo «Marketplace» de livros em segunda mão. Ler aqui.

Book Depository oferece eBooks

Como forma de promoção à The Book Depository, nova loja de eBooks, estão disponíveis mais de 11 000 obras gratuitas, em formato PDF. Ler aqui.
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Segunda-feira, 23 de Novembro de 2009

Recomendações da Penguin

Consulte aqui as recomendações de alguns dos autores da Penguin sobre que livros comprar e oferecer neste Natal.

Prémio literário Manuel Gomes premiará alunos do Algarve

«A Câmara Municipal de Portimão vai promover um prémio literário, dirigido a todas as escolas do Algarve, no âmbito das comemorações dos 150 anos do nascimento de Manuel Teixeira Gomes.» Ler no Diário Digital.

Cartas escritas por Salazar e Luiz Pacheco vão a leilão

«Cartazes políticos e artísticos, livros e ilustrações, manuscritos e outros documentos de escritores e artistas vão à praça. O leilão organizado por Nuno Gonçalves realiza-se amanhã e quarta-feira, às 21.30, no Hotel Fénix, em Lisboa» Ler no Diário de Notícias.

Assírio & Alvim quer obras esgotadas em formato digital

«O livro digital nem sempre tem tido o acolhimento favorável dos editores tradicionais, mas a Assírio & Alvim pensa tornar o eventual risco numa oportunidade, estando a estudar a reedição, em formato electrónico, de obras esgotadas.» Ler no Diário Digital.

Obra-prima de Darwin esteve esquecida numa casa de banho

«Um exemplar da primeira edição de A origem das espécies, o livro com que Charles Darwin revolucionou há 150 anos as ciências naturais, será leiloado terça-feira, depois de passar anos despercebido numa prateleira da casa de banho de uma família de Oxford (Inglaterra).» Ler no jornal i.

«Uma primeira edição do livro de Charles Darwin, “On the Origin of Species”, que tem estado guardada numa estante de uma casa de banho há anos, será vendida hoje e espera-se que atinja entre as 40 e 60 mil libras.» Ler no Público.

Bernardo Sassetti e Beatriz Batarda levam A Viagem ao Canadá

«O pianista Bernardo Sassetti e a actriz Beatriz Batarda interpretam o conto A Viagem, da escritora Sophia de Mello Breyner Andresen, em três recitais no Canadá.» Ler no Público.

Editoras não têm medo dos eBooks

«Editoras tradicionais consideram eventual ameaça dos livros electrónicos como mera "profecia".

As editoras tradicionais acompanham à distância a chegada dos dispositivos de leitura electrónicos ao mercado português e, em geral, desvalorizam a ameaça dos e-books aos livros impressos, vista por alguns como mera "profecia".» Ler no Jornal de Notícias.

Sarkozy quer Camus no Panteão

«Nicolas Sarkozy manifestou a vontade de trasladar os restos mortais do escritor Albert Camus para o Panteão francês, em Paris, local onde já estão enterradas personalidades de relevo como o iluminista Voltaire, o filósofo Rousseau e o escritor Émile Zola.» Ler no Diário de Notícias.

SPA está «expectante» face ao mercado dos eBooks

«A Sociedade Portuguesa de Autores (SPA), que autonomizou recentemente o seu Departamento de Novas Tecnologias, afirma-se "expectante" face à evolução do mercado dos livros electrónicos, tendo uma reunião com a Google combinada para breve.» Ler no Diário Digital.

Os cem livros da década

Consulte a lista do Telegraph aqui.

«Comboio da Literatura» será prolongado devido ao êxito

«A iniciativa "Comboio da Literatura", que desde 21 de Setembro vem distribuindo pelos clientes de oito padarias de Espinho 150 mil sacos de pão com impressões de prosa e poesia, vai prolongar-se para além do previsto devido ao êxito que está a registar.» Ler no Diário Digital.

Emprego: Editora procura Vendedor Comissionista para a Zona Norte

Funções:
Gestão de Carteira de Clientes
- Apresentação, gestão e comercialização de catálogo;
- Implementação e acompanhamento das acções de marketing no ponto de venda;
- Serviços administrativos: gestão de conta corrente e relatórios mensais referentes a acções de marketing/vendas;
- Apoio ao Departamento de Logística;
- Com reporte directo à Direcção Comercial.

Requisitos:
Formação mínima ao nível do 12.º ano de escolaridade
Experiência no sector
Viatura própria
Não exigimos exclusividade


Disponibilidade:
A partir de 1 de Janeiro de 2010

Oferecemos:
Remuneração compatível com a função, formação específica, boas condições de trabalho.

Responder:
editora.recrutamento@live.com com CV e carta de apresentação.

Vendas de eBooks da Random House atingem os 23 milhões de dólares. Dan Brown é o principal responsável.

De acordo com um relatório interno da Random House, as vendas de eBooks para o kindle atingiram os 22,6 milhões de dólares este ano (cerca de 15,2 milhões de euros), apresentando um crescimento de 700% relativamente ao mesmo período em 2008. The Lost Symbol, o novo de Dan Brown é o principal responsável por este crescimento, tendo vendido cerca de 100 000 eBooks na primeira semana. Ler aqui.

Opinião: Um santo homem, por Rui Zink

N.E.: texto publicado originalmente no jornal Metro.

UM SANTO HOMEM,
por Rui Zink (*)

Querido Metro,

acho que há uma prova da existência de Deus: é que uma entidade da qual passamos a vida a falar tem forçosamente, nem que seja na nossa cabeça, de existir. Aliás, quando está escrito «No princípio é o verbo», isso dá para os dois lados, como de resto tudo no texto bíblico: dá para falar da criação do mundo (foi a Palavra Divina), e também para dizer que é através da palavra (humana) que a humanidade descobre Deus. Por isso me zango quando as pessoas dizem «é só conversa», «o silêncio é d’oiro», «eles falam, falam, falam». É que não é só a falar que a gente se entende, é a falar que a gente é gente. No princípio é o verbo? Pois no meio e no fim também. A palavra é divina, mesmo quando não é palavra divina. Dito isto, confesso que gosto muito do Saramago e gosto muito da Bíblia. Ambos têm idade para merecer o nosso respeito e ambos dizem coisas controversas, umas vezes mais acertadas, outras mais perturbantes – mas sempre folgazões e intrigantes. Um grande livro, um grande homem, e sobretudo ajudam-nos a viajar. No viajar é que está o ganho. Saramago não é teólogo? Graças a Deus, pois a religião é uma coisa demasiado séria para ficar só entregue a especialistas. O bom José tem a autoridade de quem conviveu com o mundo e a linguagem ao longo de toda uma vida. Não será um erudito do texto sagrado, mas pensa pela própria cabeça, sabe ler, leu muito, tem voz própria, e é isso que se espera dum escritor. E querem maior prova da existência de Deus que um ateu, aos 87 anos, esmiuçar o episódio de Caim, o proscrito, resgatando-o como irmão humano? Ou gesto mais generoso do que estender a mão ao primeiro dos «malfeitores», ao contrário dos que (tenho uma lista) passaram estes dias a praticar a triste arte da preterição, dizendo que nem vale a pena falar do assunto de que estão a falar? Com franqueza, se isto não é um santo homem, indiquem-me o vosso santo caixote do lixo.

(*) Nascido em Lisboa em 1961, Rui Zink é escritor e professor no departamento de Estudos Portugueses da Faculdade de Ciências Sociais e Humanas da Universidade Nova de Lisboa, tendo também aí coordenado a pós-graduação em Edição de Texto. Autor de uma vasta obra ficcional traduzida em várias línguas, O Destino Turístico, publicado pela Teorema em 2008, é o seu romance mais recente.
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Domingo, 22 de Novembro de 2009

Seminário de Mestrado de Edição, da Universidade de Alcalá

Sábado, 21 de Novembro de 2009

Possidónio Cachapa fala sobre o seu novo livro, O Mundo Branco do Rapaz-Coelho


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Sexta-feira, 20 de Novembro de 2009

Projecto Escolas quer pôr alunos a criarem obras originais

«O objectivo é pôr alunos entre os 12 e os 18 anos a criarem obras originais nas seguintes categorias: Música, Letra, Design, Vídeo, Plano de Promoção Online, Escrita Criativa e Media. A iniciativa dá pelo nome de Projecto Escolas – Concurso de Criatividade Grande e tem o apoio das ministras portuguesas da Cultura e da Educação e ainda da Comissária europeia para os Assuntos dos Consumidores.» Ler no Público.

Seminários IPECC

O Instituto de Postgrado de Estudios Culturales y de Comunicación (IPECC), da universidade Alcalá de Henares, em Espanha, tem disponível no youtube um conjunto de vídeos dos seus seminários de mestrado. Consulte aqui a lista de vídeos disponíveis, na qual podemos encontrar o Mestrado de Edição.

Livros da saga «Twilight» quebram recorde da Watersone's

Os livros de Stephenie Meyer, da saga «Twilight», venderam um milhão de exemplares em tempo recorde, batendo o anterior detentor do recorde da livraria Waterstone's, Harry Potter. Ler aqui.

Margaret Atwood celebra 70.º aniversário

Margaret Atwood fez 70 anos esta semana. Leia aqui a reportagem do Guardian, sobre a autora de The Handmaid's Tale, Cat's Eye, The Blind Assassin e Oryx and Crake.

Os melhores livros infantis ilustrados de 2009

Consulte aqui a lista do New York Times. Via revista LER.

Prémio Literário Maria Rosa Colaço será entregue hoje

«A entrega do Prémio Literário Maria Rosa Colaço acontece esta sexta-feira no Auditório Fernando Lopes-Graça, no Fórum Municipal Romeu Correia, em Almada, pelas 21:30, distinguindo obras de literatura infantil e juvenil.» Ler no Diário Digital.

Ciclo de debates Com Todas as Letras, com organização da revista Os Meus Livros e SPA

Decorre na próxima terça-feira, dia 24, a 6.ª sessão do ciclo de debates Com Todas as Letras, organizado pela revista Os Meus Livros e a Sociedade Portuguesa de Autores. Esta sessão estará subordinada ao tema «Livrarias de ontem, Livrarias de hoje, Livrarias de sempre», tendo o seu início previsto às 18h30, no Auditório Maestro Frederico de Freitas, na Av. Duque de Loulé, n.º 31, em Lisboa.

Novo JL, já nas bancas

Luísa Costa Gomes: As Ilusões do Real
A escritora fala do seu novo romance, do «espírito do tempo», das linguagens contemporâneas e das relações com a Cultura

Isabel Alçada: A ministra que veio dos livros
Que desafios imediatos?
Textos de Roberto Carneiro, Júlio Pedrosa, G. d'Oliveira Martins e José M. Canavarro

Entrevista com Peter Handke e balanço do Estoril Film Festival

António Olaio, um artista no universo pop

Cristina Robalo Cordeiro, o último Lobo Antunes

Eunice Muñoz, a magia da grande actriz

Claude Lévi-Strauss, a paixão do outro

Helder Macedo, retrato do artista como cão

Ricardo Adolfo, Perdido na Tradução

Autobiografia de Nuno Crato

Opinião: Banda desenhada - essa droga, por Diogo Coelho

BANDA DESENHADA – ESSA DROGA,
por Diogo Coelho (*)

Quando começou o meu vício por banda desenhada, reinava ainda a teoria entre adultos de que a BD tinha como alvo crianças demasiado preguiçosas para ler «coisas a sério». Alguns professores mais novos achavam que era uma boa estratégia para meter os miúdos a ler. Já os pais não ligavam. Desde que estivessem entretidos, não havia problema. Até ver, foi a segunda teoria que prevaleceu. O prazer de ler romances, ficção ou ficção científica veio mais tarde. Mal sabiam eles que o problema não era esse.

Tudo começou com a pilha de comics herdada do irmão mais velho, o primeiro dealer. Era chegar da escola, despachar o TPC e entreter-me a lê-los, uns a seguir aos outros, no local de trabalho dos progenitores, antes do regresso a casa. O vício arrancou com os gibis (traduções de inglês para português do Brasil): pequenos livros que compilavam dois e três comics, publicados com alguns anos de atraso. Lia-se, nos anos 1990, coisas publicadas nos Estados Unidos nas duas décadas anteriores. Este material, de qualidade questionável, fez-me confundir um pouco o português português com o português brasileiro. É «entretinha-me a ler» ou «me entretinha a ler»? (O que vale é que o Nuno Quintas ainda vai rever o texto).

Depois de devorar o que tinha em mãos, precisava de mais, e começava a ressaca. Lá vinham os empréstimos, completando o universo Marvel, com um pouco de DC à mistura (os dois principais produtores de conteúdos da BD norte-americana). Férias inteiras da escola dedicadas ao vício. Sempre super-heróis. Os tios patinhas e patos donalds tinham ficado, há muito, pelo caminho. Como se não bastasse, começava o consumo directo. Só que a mesada não dava para tudo, pelo que, durante a adolescência, o acesso permanecia restrito. Em desespero, instigava os colegas na escola, com conversas de aventuras de homens crescidos, de fatos justos e capas, a voar e a disparar raios dos olhos. Levar comics para a escola, lê-los durante as aulas, metidos no livro de Matemática, e emprestá-los. «Toma só um. Só uma vez não vicia.» Convencê-los a comprar determinados títulos, para poder ler mais e mais. Gerou-se um grupo que se excluiu dos demais. Crianças estranhas que viam o mundo de forma diferente.

Cheguei à faculdade. A liberdade aumentou na mesma proporção da mesada. Se os tios patinhas eram o álcool e a BD brasileira as drogas leves, a americana era a cocaína e a heroína. Vim de uma terra pequena para a capital e encontrei sítios com estantes cheias de trade paperbacks e graphic novels. Tudo à descoberta. De repente, tinha acesso a coisas adultas, numa altura em que os heróis da moda, para poder salvar o dia, respeitavam cada vez menos as leis. O estado era tal que passava madrugadas no vício, noite dentro, sem parar de ler. Só mais um. Só mais 15 minutos. Aulas… nem vê-las.

Já não é tão mau. Hoje em dia, a capacidade social é mais desenvolvida. Os outros já não percebem tão claramente as olheiras nem os pensamentos distantes, que deambulam por outros mundos. Trabalhar para alimentar o vício, é o que por vezes parece. Chegado ao fim do mês, as tremuras tomam conta do corpo. Arrancam os contactos com o dealer mais recente. «Quando chega o material? […]. Está atrasado outra vez?!» O pânico na voz. A dose nas mãos. Ir comprá-la a correr, durante a hora de almoço. Contar os minutos até acabar mais um dia de trabalho. Chegar a casa com o saco dentro da mochila. O delírio de ver capas anunciadas meses antes da publicação. Folhear e recordar a história interrompida durante um mês inteiro. A frustração combinada com o êxtase, ao vislumbrar as palavras no final: To Be Continued.

O meu nome é Diogo Coelho e sou viciado em BD. É a minha paixão. É a minha desgraça. É o meu primeiro amor.

(*) Diogo Coelho é viciado em BD, filmes e séries de televisão. Qualquer interacção pessoal serve somente para descrever a última obra de ficção descoberta ou para conseguir acesso a mais «drogas». Tirou um curso que pouco ou nada contribui para a sociedade. Foi «adoptado» pelos Booktailors, em Fevereiro de 2009.
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Quinta-feira, 19 de Novembro de 2009

Viúva de Saint-Exupéry falsificou para ficar com herança

«O livro Les mystères de Saint-Exupéry (ou Os Mistérios de Saint-Exupéry, em tradução livre), recém-lançado em França, está a causar polémica por revelar que a mulher de Antoine de Saint-Exupéry falsificou cartas com a assinatura dele para ficar com a herança do autor de O Pequeno Príncipe.» Ler no Diário Digital.

Leitores electrónicos levantam problemas de usabilidade

«O investigador e docente José Afonso Furtado, que acompanha desde o início a evolução dos livros e dos dispositivos de leitura electrónicos, alerta que estes aparelhos ainda levantam problemas de usabilidade e que convém ponderar antes de os adquirir.» Ler no Diário de Notícias.

Edição online do Times vai passar a ser paga em 2010

«Rupert Murdoch tinha ameaçado e cumpriu. A estratégia do grupo do magnata australiano, a News Corp, de passar a cobrar pelos conteúdos online dos jornais do grupo, vai começar pelo diário britânico Times. A edição online do jornal passa a ser paga na Primavera de 2010.» Ler no Público.

Amazon lança programa para ler livros do kindle no computador

Conforme noticiámos aqui, a Amazon lançou um programa de leitura de eBooks em formato kindle para PCs. A versão beta já se encontra disponível para download gratuito. Ler aqui.

Código da Vinci eleito o pior livro da década pelo Times

«O Código da Vinci, apesar do sucesso de vendas, foi eleito pela equipa do suplemento de literatura do jornal inglês The Times como o pior livro da década.» Ler no Diário Digital.

Clássico de Dickens entra na era digital

«Estreia-se hoje Um Conto de Natal, a animação digital 3D de Robert Zemeckis, baseada em Um Cântico de Natal, de Charles Dickens. A intemporal história natalícia veste roupa nova e "high tech"» Ler no Diário de Notícias.

Intelectuais defendem Tabucchi

«Um grupo de intelectuais e políticos europeus (que inclui os portugueses Mário Soares e António Lobo Antunes) lança hoje nas páginas do jornal francês Le Monde um apelo em defesa do escritor Antonio Tabucchi, ameaçado em tribunal pelo presidente do Senado italiano, Renato Schifani.

Este exige ao autor de Afirma Pereira uma indemnização exorbitante de 1,3 milhões de euros por causa de um artigo publicado no jornal L'Unitá. O alegado crime de Tabucchi consiste em ter interpelado Schifani, "personagem central do poder berlusconiano", sobre o seu passado, as suas relações de negócios e as suas amizades duvidosas.» Ler no Diário de Notícias.

Curso de Gestão de Projectos Editoriais, por vários - início a 23 de Novembro (LISBOA)

Ainda existem vagas para o curso de formação de Gestão de Projectos Editoriais.
O curso inicia já no próximo dia 23 de Novembro e é leccionado por vários formadores.

Trata-se da primeira edição deste curso, que permitirá aos formandos ganhar de conhecimentos e competências que permitem reconhecer, antecipar e evitar os problemas de qualidade mais habituais das diferentes fases do processo de edição de um livro.

O curso tem a duração de 21 horas, divididas em 7 sessões de 3 horas, durante os meses de Novembro e Dezembro, e as vagas são limitadas.

Mais informações aqui.

Poderá inscrever-se através do e-mail formacao@booktailors.com.

Irlandês Colum McCann ganha National Book Award de 2009

«O escritor irlandês Colum McCann venceu na quarta-feira, em Nova Iorque, o 60.º National Book Award, atribuído pela Fundação National Book ao seu romance Let the Great World Spin.» Ler no Diário Digital.

Escritor Ondjaki hoje no Centro Cultural Paredes de Coura

«O Centro Cultural de Paredes de Coura vai receber esta quinta-feira, às 15:00 horas, o escritor angolano Ondjaki, que estará presente para um encontro com alunos.» Ler no Diário Digital.

GoSpoken e Vodafone juntam-se para lançar m-books

A empresa de Andy McNab, GoSpoken, e a Vodafone vão juntar-se para disponibilizar mobile books usando a plataforma da Vodafone, Vodafone 360. Ler aqui.

Vendas de livrarias norte-americanas aumentam 7% em Setembro

De acordo com a US Census Bureau, as vendas nas livrarias norte-americanas aumentaram 7% no passado mês de Setembro. Segundo a Publishers Weekly, este aumento dever-se-á ao mercado universitário e ao lançamento de The Lost Symbol, de Dan Brown. Ler aqui.

Como publicar um livro (ou tentar, pelo menos), por Safaa Dib

«Como publicar um livro? É a pergunta que persegue muitos aspirantes a autores, muitos indivíduos que sonham em ter um livro seu publicado numa casa editorial conhecida. Se pretende publicar um livro pela mera ideia fabulástica de ser escritor, então pense duas vezes. O termo escritor já não se aplica hoje em dia a todas as pessoas que têm livros publicados.

Mas se alguém pretende ser levado a sério nesta profissão, a verdade é que é fácil publicar em Portugal hoje em dia, se se souber combinar uma boa dose de inteligência, perspicácia, disciplina e persistência. Inteligência para conhecer o mercado e saber o que ele deseja num momento particular, perspicácia para saber quais os jogadores que interessa contactar, disciplina para escrever uma obra que mereça ser publicada com início, meio e fim, e persistência (na dose certa) para alcançar o objectivo.» Ler na íntegra aqui.
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Quarta-feira, 18 de Novembro de 2009

Escritor chileno Héctor Montecinos conquista Prémio Neruda 2009

«O escritor Héctor Hernández Montecinos conquistou o Prémio Pablo Neruda 2009, instituído em 1987 para premiar os poetas chilenos com menos de 40 anos que se tenham destacado pelo contributo dado à poesia do país.» Ler no Público.

Andrew Motion presidirá prémio Man Booker

«O poeta Andrew Motion, laureado com o Man Booker Prize em 1999, irá presidir ao júri do galardão, um dos mais prestigiados da literatura mundial, para a Ficção de 2010.» Ler no Público.

António Mota comemora 30 anos de carreira literária

O escritor António Mota comemora trinta anos de carreira. O autor tem 43 livros no Plano Nacional de Leitura, de entre cerca de 70 publicados na área da literatura infanto-juvenil. Nascido no distrito do Porto, em 1957, António Mota é professor do ensino básico desde 1975, tendo recebido vários prémios pelas suas obras, o último dos quais a condecoração da Ordem da Instrução Pública, atribuído em Junho de 2008. António Mota marca ainda presença em várias acções de promoção à leitura em escolas do ensino básico e secundário, assim como bibliotecas públicas.

Prémio Interallié atribuído a Yannick Haenel

«O prémio Interallié 2009, o último da temporada em França, foi atribuído hoje a Yannick Haenel por Jan Karski, romance sobre uma figura da Resistência polaca ao nazismo que tentou alertar o Ocidente para o extermínio dos judeus.» Ler no Diário Digital.

Festa do Livro no Museu do Oriente arranca na sexta-feira

«O Museu do Oriente (MdO) vai promover a partir de 20 de Novembro a segunda edição da Festa do Livro, com títulos do catálogo do museu.» Ler no Diário Digital.

Vencedores do National Books Awards anunciados hoje

«A Fundação Nacional de Livros dos EUA vai anunciar esta quarta-feira os vencedores do National Book Awards 2009. O evento acontece no mesmo dia em que é comemorado o 60.º aniversário da organização.» Ler no Diário Digital.

Festa dos livros na Gulbenkian

Decorre a Festa dos Livros na Gulbenkian de 26 de Novembro até 23 de Dezembro, na loja do Museu Gulbenkian e na livraria da Sede, das 10h às 20h. Ver aqui. Via revista LER.

Booktailors no Correio da Manhã

Foi publicado no suplemento «Primeiro Emprego» do Correio da Manhã da passada sexta-feira, dia 13, uma entrevista ao Booktailor Paulo Ferreira, intitulada «A empresa que os editores desejam». Agradecemos a Maria Inês Almeida o interesse demonstrado.

Pedido de livros da Escola de Serviços e Comércio do Oeste

A Escola de Serviços e Comércio do Oeste (ESCO) faz um apelo a todas as editoras para a cedência de livros, como forma de promoção à leitura. Esta escola profissional de Torres Vedras organiza feiras do livro, idas a espectáculos com base em textos literários diversos, realiza campanhas internas de leitura, bibliotecas-café, mini-clubes de leitura, entre outros: «O Grupo de Português da ESCO, sabendo que as editoras têm muitas vezes livros com deficiências de capa que não podem ser vendidos, vem por este meio solicitar a colaboração de todos os que estiverem dispostos a connosco colaborar para conquistarmos mais leitores, no âmbito da nossa comunidade escolar, apelando à doação de alguns livros ao nosso Centro de Recursos.»

Se estiver interessado, contacte Margarida Caldeira, através do e-mail margaridacaldeira@sefo.pt.

Stephenie Meyer faz uma pausa na saga «Twilight»

Stephenie Meyer revelou no programa norte-americano Oprah, que precisa de fazer uma pequena pausa em relação à escrita da saga de vampiros «Twilight». A autora revelou ainda que o seu próximo livro poderá ser uma sequela a The Host. Ler aqui.

Primeiro livro brasileiro lançado para kindle, Sony Reader e Palm

O novo livro de Rubem Fonseca, O Seminarista é o primeiro livro de um autor brasileiro a ser lançado em versão eBook, podendo ser lido no kindle, Sony Reader e Palm. O livro é publicado pela Editora Agir e a versão digital custa 19.99 reais (cerca de 7.80 euros). Ler aqui.

Opinião: (Não) há livros grátis - parte 2, por Nuno Quintas

(NÃO) HÁ LIVROS GRÁTIS,
por Nuno Quintas (*)


Um primeiro exemplo das possibilidades de edição de obras clássicas na era digital é a versão hipertextual da obra maior de William Faulkner, The Sound and the Fury. Da responsabilidade da Universidade de Saskatchewan, no Canadá, esta edição apresenta uma primeira versão linear do texto, como concebido e publicado por Faulkner. Contudo, o leitor pode ordenar cronologicamente todas as sequências da primeira secção, muito fragmentária, narrada por Benjy, ou localizar, graças um código de cores, os acontecimentos e períodos a que se refere cada passo da segunda secção, da responsabilidade de Quentin.

Outra proposta diferente é a edição crítica de Madame Bovary, da Universidade de Rouen. A versão completa da inclui uma versão facsimilada do manuscrito, devidamente transcrita e com a marcação visual das emendas do próprio autor. Ao leitor é dá a oportunidade de ler o manuscrito, a transcrição ou cotejá-los entre si. Este sítio Web oferece-nos, assim, a oportunidade de surpreender o génio de Flaubert em pleno trabalho

Se o Projecto Gutenberg aposta na divulgação de clássicos em edições generalistas, para um público muito abrangente, os dois projectos mencionados destinam-se a estudiosos e a leitores tanto curiosos quanto especializados. Este tipo de trabalho continua a ser habitualmente publicado em edições académicas de maior ou menor luxo, financiadas pelo Estado e com tiragens reduzidas, que acabam inevitavelmente depositadas — e esquecidas — em arquivos e bibliotecas.

Creio que continua por fazer a reflexão acerca do futuro da edição de clássicos. Em Portugal, pelo soslaio com que a academia olha as novas tecnologias até bem recentemente (e, ainda assim, não sem alguma suspeição), continua a apostar-se nestas edições como se o seu acesso fosse vedado aos não-iniciados, e o papel fosse um suporte sagrado. Estes projectos constituem exemplos de que o cânone não esgotou a sua energia — e que os clássicos, longe de serem coisa do passado, ainda têm pela frente um futuro brilhante.

(*) Tradutor, revisor e formador. Formou-se em Línguas e Literaturas Modernas e frequenta o mestrado em Edição de Texto, no âmbito do qual realiza um estágio na Booktailors – Consultores Editoriais. Aventurou-se durante alguns anos pelo Norte de Inglaterra e por lá deixou parte do coração. Nasceu em 1980.
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Terça-feira, 17 de Novembro de 2009

Espanha vai apoiar rede de bibliotecas virtuais africanas

«Espanha vai impulsionar, através da organização Casa África, a criação de uma futura "Rede de Bibliotecas Virtuais Africanas" que garanta a preservação digital de bens culturais do continente.» Ler no Diário Digital.

Fnac inagura hoje 16ª loja

«A Fnac inaugura hoje a sua 16ª loja em Portugal e prevê investir mais 10,5 milhões de euros em novas unidades até 2012, disse à Lusa fonte da empresa.

O novo espaço comercial, que abre ao público quarta-feira no GuimarãeShopping, representa um investimento de 3,5 milhões de euros e vai criar 80 postos de trabalho.

Com uma área de 1.800 metros quadrados, a loja conta com serviços como bilheteira de espectáculos, um espaço infantil, zonas de leitura e pontos de escuta de discos, 19.000 referências musicais, 4.000 de filmes, 20.000 relativas a livros, mil de jogos e consolas, 1.700 na área de som e imagem e 7.000 no campo da informática.» Ler aqui.

DGLB inaugura duas exposições em Évora

Inauguram amanhã duas exposições organizadas pela Direcção-Geral do Livro e das Bibliotecas. Na Biblioteca Pública de Évora inaugura uma exposição do Prémio Nacional de Ilustração 2009, integrada na II Conferência Internacional «Bibliotecas para a vida». No Museu de Évora inaugura a exposição ilustrações.pt, na qual estarão dispostos originais de 13 ilustradores: João Caetano, Bernardo Carvalho, João Vaz de Carvalho, Alain Corbel, André Letria, Teresa Lima, Gémeo Luís, Madalena Matoso, José Miguel Ribeiro, Marta Torrão, José Manuel Saraiva, Cristina Valadas e Danuta Wojciechowska.

Google já não vai digitalizar livros de todo o mundo

«A Google fez concessões no projecto de digitalizar livros de todas as partes do mundo. Na sexta-feira, foi apresentada uma nova versão do acordo que tem estado a ser discutido com os representantes dos autores e da indústria livreira americana. No novo modelo, só serão colocadas online obras dos EUA, Canadá, Reino Unido e Austrália.» Ler no Público.

Prémio PT de Literatura em Língua Portuguesa 2009, por Pedro Vieira

«Parece que o prémio foi parar às mãos de um indivíduo chamado Nuno Ramos, que também é artista plástico, o que aprecio, não houve murilos, nem nomes com apóstrofes, nem indivíduos que usam iniciais enigmáticas seguidas de pontos, nem gente com três nomes, nem pseudónimos rebuscados, Nuno Ramos, assim só, em tempos também eu conheci um Nuno Ramos, inadaptado social, trintão a dividir casa com a mãe e génio do cálculo e da matemática, mago dos elevadores, físico autodidacta, príncipe dos downloads, logo, terror dos copyrights, outras formas de viver e construir uma narrativa preenchida. Nuno Ramos. foi bonita a distinção, pá. » Ler no Irmão Lúcia.

Prémio Fundação Mário Soares 2009

O vencedor do prémio Fundação Mário Soares 2009, Nuno Medeiros, com a obra Edição e Editores Portugueses. Prescrições, percursos e dinâmicas (décadas de 1940 a 1960) irá receber o prémio numa cerimónia a decorrer no próximo dia 20 de Novembro. A cerimónia decorrerá no Auditório José Gomes Motta, em Lisboa, contando com a presença do júri do prémio.

Playboy em risco de ser vendida

«Linda Harvard, responsável financeira da revista erótica Playboy, apresentou a sua demissão, anunciou a empresa. A notícia surge numa altura em que circulam alguns rumores de que a revista procura um comprador.» Ler no jornal i.

Autor chinês ganhou o Booker Prize asiático

«O autor chinês Su Tong ganhou a versão asiática do Man Booker Prize, com o livro O Barco para a Redenção, um romance passado durante a Revolução Cultural, anunciou esta terça-feira a imprensa chinesa.» Ler no Diário Digital.

Novo capítulo do polémico Google Settlement

O Google Settlement revisto foi anunciado na passada sexta-feira (ver aqui). A Publishers Association já mostrou o seu apoio, enquanto que a Open Book Alliance contestou esta versão revista do Acordo. Há também quem apele que as vozes de contestação são de rivais invejosos do negócio.

BBC baniu Enid Blyton durante 30 anos

Foram revelados cartas e comunicados internos que dão conta da decisão de executivos da BBC de banir a autora de aparecer na rádio britânica, por considerarem que as suas obras não tinham «valor literário». Enid Blyton é a criadora dos livros d'Os Cinco e do Noddy. Ler aqui.

Prémio PT de Literatura em Língua Portuguesa 2009, por Isabel Coutinho

«O artista plástico e escritor brasileiro Nuno Ramos recebeu o Prémio PT de Literatura. É filho de um intelectual português que se exilou no Brasil no tempo da ditadura. O seu romance, Ó, mostra a aposta do júri na renovação da literatura». Ler no Ciberescritas.
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Segunda-feira, 16 de Novembro de 2009

Alemanha tem o primeiro jornal personalizado da Europa

«Para já é só em Berlim, mas a ambição do novo diário alemão personalizado niiu – jornal impresso à vontade do leitor e distribuído ao domicílio – é chegar a toda a Alemanha, a um público alvo que os fundadores definiram como um leitor jovem, em especial estudantes.» Ler no Público.

Obra de Ondjaki e composição de Jean François Lézé levam conto musical a Viana do Castelo

«Viana do Castelo acolhe quarta-feira a estreia mundial de um conto musical assinado pelo compositor francês Jean François Lézé, inspirado numa obra do escritor angolano Ondjaki, informou hoje a Academia de Música da cidade.» Ler no Público.

Pearson planeia voltar a entrar na «batalha» pela compra da Santillana

Conforme noticiámos aqui, a Prisa planeia vender a Santillana à DLJ South American Partners. Contudo, este negócio terá que ser finalizado até dia 23 de Novembro, data em que o «período de exclusividade» irá expirar. Segundo fontes, o negócio com a DLJ poderá não acontecer, estando a Pearson na calha para comprar a editora espanhola. Ler aqui.

48% dos cibernautas pagaria por notícias online

«Um total de 48% dos cibernautas norte-americanos consultados numa sondagem do Boston Consulting Group disseram que pagariam por notícias online.» Ler no Diário Digital.

Divulgada identidade de Belle du Jour

«Ontem era a Belle du Jour na escrita. Escrevia sem divulgar a identidade, até hoje. A vida secreta da dra. Brooke Magnanti foi revelada pela especialista, depois de quase uma década de mistério, em redor do pseudónimo.» Ler no jornal i.

Curso de escrita arranca em Serralves dia 25 de Novembro

«De 25 de Novembro a 10 de Fevereiro de 2010, a fundação Serralves promove o ateliê de escrita «Homens e Bichos», orientado por Mário Cláudio, ficcionista, poeta, dramaturgo, ensaísta, tradutor e autor.» Ler no Diário Digital.

Assinaturas para a Revista Bíblia

A revista Bíblia é uma referência na cultura independente portuguesa. Com treze anos de existência, já publicou mais de seiscentos autores – quase todos eles jovens – e ilustradores, sendo um dos raros locais de experimentação gráfica e literária. Numa altura em que financeiramente as contas andam mal, a Bíblia pede a todos os que «apoiam a cultura independente» para que assinem a revista e salvem o projecto. São 20,00€ para assinar, tendo direito às quatro revistas anuais e mais um dos números anteriores à escolha (sem portes).

Caso queiram podem fazê-lo enviando cheque ou vale postal para:
Revista Bíblia (A/C Tiago Gomes)
Rua da Boavista 76 2º - 1200 Lisboa.

Poderá transferir 20 Euros para a conta 003500110000346010019 da Caixa Geral de Depósitos. Contacte a Revista Bíblia: Tiago Gomes através do número 21 3479241 /93 4571627 ou ainda pelo e-mail cimagomes@gmail.com.