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sexta-feira, 3 de setembro de 2010

Deco aconselha a compra dos livros pela Wook

«Setembro está aí à porta e começa a azáfama do costume lá em casa nesta altura do ano. Cálculos de um lado, os miúdos do outro com pressa de ir comprar o material escolar e os receios, muitos receios de não poder dar aos filhos o que eles querem. Mais receios ainda de que as despesas escolares emagreçam ainda mais o mealheiro da família. (...)

Sabemos que [os manuais escolares] constituem das despesas com maior peso para a carteira dos pais, mas são das mais essenciais. Mas mesmo aqui pode poupar algum dinheiro. A Deco aconselha a compra dos livros pela Wook, da Porto Editora, uma livraria que "faz a encomenda, a preços mais baixos, com portes pagos e pais e alunos recebem comodamente os livros em casa".» Ler na íntegra aqui.

terça-feira, 31 de agosto de 2010

Abusos na venda de livros escolares

«Com muitas famílias já em corrida contra o tempo para reunirem os manuais escolares dos filhos, as associações de pais e de defesa dos consumidores alertam para possíveis abusos.

Ser obrigado a levar livros de exercício e CD-Rom interactivos em conjunto com os manuais é uma das queixas mais frequentes. Mas também há casos de livrarias que só aceitam vender manuais se os clientes levarem, em conjunto, todos os títulos de determinado ano recomendados pelas escolas.» Ler no Diário de Notícias.

Conjuntos de livros sobem entre 0,38 e 2,12 euros

«Os preços dos manuais escolares do ensino básico aumentam este ano 1,5%, correspondentes ao valor acordado em Junho entre as editoras e o Ministério da Economia.

O preço dos livros não reflecte, contudo, a actualização do IVA em 1%, que teria levado os aumentos deste ano para os 2,5%. O Governo não autorizou as editoras a transferir este encargo adicional para os consumidores - tiveram de assumi-lo -, o que explica o facto de a Associação Portuguesa de Editores e Livreiros ter referido ontem que a actualização de preços deste ano foi de "0,5% no básico" registando-se ainda uma "descida de 0,6% no secundário.» Ler no Diário de Notícias.

Livros escolares: as estratégias das livrarias on-line

Explicações aqui.
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segunda-feira, 9 de agosto de 2010

Jumbo lança sítio de reserva de livros escolares

«O Grupo Auchan, através da insígnia Jumbo, lançou recentemente um site exclusivo que permite efectuar reservas de livros escolares. Segundo referido em comunicado, esta iniciativa enquadra-se na estratégia de resposta às necessidades do cliente actual que procura um serviço eficiente e conveniência aos mais baixos preços.» Ler aqui.

segunda-feira, 28 de junho de 2010

Prazos para o Acordo Ortográfico preocupam editores de manuais escolares

«Os editores de manuais escolares aguardam ainda orientações do Governo sobre a aplicação do novo Acordo Ortográfico nas escolas e alertam que é cada vez mais apertado o prazo para o pôr em prática no ano lectivo 2011-2012.» Ler no Público e no jornal i.

terça-feira, 1 de junho de 2010

Porto Editora responde a LeYa

Não foi apenas Paulo Guinote, visado na carta da LeYa à direcção do DN, a responder. A Porto Editora também veio agora classificar de «atitude lamentável» a missiva enviada. Reproduzimos o comunicado da Porto Editora:

«No passado dia 28 de Maio, o Grupo LeYa divulgou uma carta dirigida ao director do Diário de Notícias, na sequência de um artigo que aquele jornal dedicou ao projecto Manual Escolar 2.0. Nessa carta, cujo objectivo era de contestar as críticas expressas no artigo sobre o referido projecto, a Directora Coordenadora de Edições Escolares do Grupo LeYa enveredou por uma teoria da conspiração envolvendo os editores concorrentes, nomeadamente a Porto Editora, recorrendo a insinuações que só servem para classificar quem as profere.

Este triste episódio é, a todos os níveis, lamentável.

Seriedade, rigor e ética são valores que nos definem desde sempre. Trabalhar na área da Educação exige um enorme sentido de responsabilidade e, ao mesmo tempo, um espírito de humildade que permita viver o sucesso sem sobranceria e o fracasso sem despeito. Infelizmente, pelos vistos, nem todos partilham desta nossa visão.

Porto Editora
Gabinete de Comunicação e Imagem»

segunda-feira, 31 de maio de 2010

Resposta de LeYa a Diário de Notícias

No seguimento desta notícia publicada pelo Diário de Notícias, na qual se referia que alguns manuais escolares do Grupo LeYa teriam recebido críticas por parte de alguns docentes, Carmo Correia (directora coordenadora Edições escolares) responde ao diário. Reproduzimos aqui essa mesma carta.

«Senhor Director,

O Diário de Notícias, que superiormente dirige, publicou hoje, dia 28 de Maio, um artigo intitulado "Professores criticam manuais", onde se "denuncia" a Editora LeYa, que é "acusada de lançar livros sem qualidade com base em sugestões dispersas dos docentes". Sobre esse artigo, permita-me dizer-lhe o seguinte:

1. O artigo refere-se a quatro manuais escolares da editora Sebenta, uma das editoras que integra a LeYa.

2. As edições da Sebenta caracterizam-se, desde sempre, por grande qualidade e rigor científico, de que são responsáveis autores com larga experiência no ensino, na formação de professores e na publicação de edições escolares e paraescolares.

3. Os manuais criticados pela jornalista integram um projecto pioneiro e inovador, que tem recolhido enorme adesão por parte dos professores, como é público e notório. Basta dizer que, na elaboração desses manuais, colaboraram com entusiasmo e competência cerca de 2 000 (dois mil!) professores, pertencentes a centenas de escolas do país.

4. Contra esses dois mil professores, contra os autores dos manuais, contra os seus revisores científicos e contra os seus certificadores oficiais, recolheu a jornalista a opinião de três pessoas: Paulo Guinote, cuja qualidade de autor da Porto Editora – a mais directa concorrente da Leya no mercado das edições escolares – a jornalista não achou necessário referir; Raquel Pereira Henriques, da Associação de Professores de História (matéria a que parcialmente respeita um dos quatro manuais em apreço); e Albino Almeida, da Confederação Nacional de Associações de Pais, sempre disponível para criticar a LeYa.

5. Paulo Guinote critica os manuais porque os professores que neles colaboraram não foram remunerados; Raquel Pereira Henriques porque entendeu que as questões colocadas no site sobre o manual e a disciplina «não eram muito complexas» e, sobretudo, porque foi pedido aos professores que respondessem de "forma sucinta e com número limitado de caracteres"; e Albino Almeida por não acreditar que "isto (sic) sirva para alguma coisa".

6. Salvo o devido respeito, não parece que a ausência de remuneração, o número limitado de caracteres (aliás, uma não verdade) e as dúvidas de fé de um dirigente associativo consintam as bombásticas conclusões tiradas pela jornalista do DN.

7. Parece evidente que estas três opiniões não permitem pôr em causa a qualidade e o rigor do trabalho de tanta gente, tão competente e tão dedicada, como a que participou, com entusiasmo e generosidade, na elaboração destes manuais.

8. No entanto, o artigo publicado põe em causa, em nosso entender, de forma leviana, manuais que foram sujeitos a certificação por parte do Ministério da Educação, e a avaliação científica e pedagógica por parte das Escolas Superiores de Educação de Viseu e de Setúbal, entidades que devem merecer tanto respeito e consideração quando aprovam os manuais escolares da LeYa como quando o fazem com os manuais de outras editoras concorrentes.

9. O director de marketing escolar da LeYa, quando contactado pela jornalista, nunca foi confrontado com as críticas – da jornalista ou das suas fontes – sobre a falta de qualidade dos manuais.

Permita, Senhor Director, uma última nota: este artigo foi publicado nas vésperas da escolha dos manuais que as escolas vão adoptar para o ano lectivo 2010/2011. O teor deste artigo, o seu título, a sua paginação – tudo contribui para prejudicar, num momento decisivo, o trabalho sério, competente, rigoroso que as editoras da LeYa realizaram. E, prejudicando a LeYa, beneficiam evidentemente as editoras que com ela concorrem, a cujos colaboradores foi dada a oportunidade de criticar o trabalho da LeYa, sem que a LeYa deles se pudesse defender.

Com os melhores cumprimentos,
Carmo Correia
Directora-Coordenadora de Edições Escolares»

terça-feira, 24 de novembro de 2009

Sebenta lança manuais escolares online

«A Sebenta, editora da Oficina do Livro que pertence ao grupo LeYa, pretende criar os primeiros manuais escolares online, no âmbito de um projecto pioneiro a nível mundial com vista a satisfazer as necessidades de alunos e professores.» Ler no Correio da Manhã.

segunda-feira, 16 de novembro de 2009

Colecção «Saber e Conhecimento», da Guerra e Paz

A editora Guerra e Paz irá lançar, em 2010, a colecção «Saber e Conhecimento». Segundo Maria Teresa Loureiro, nova coordenadora editorial da editora, «esta colecção pretende superar algumas falhas no mercado editorial» nas áreas universitária e paraescolar. A colecção terá um formato de 11 x 19, tendo a intenção de fornecer uma edição de qualidade, mas com um custo reduzido para o público.

sexta-feira, 2 de outubro de 2009

Leitores de livros digitais nas escolas espanholas

O governo espanhol aprovou recentemente o «Plan Escuela 2.0», que visará que o eReader venha a substituir as mochilas cheias de livros: «el libro electrónico es una magnífica alternativa a las sobrecargadas mochilas escolares. Un dispositivo que apenas sobrepasa los 200 gramos de peso y que, además, presenta importantes beneficios desde el punto de vista económico y medioambiental. Por todo ello, es fácil de prever que los e-readers sean el medio para alcanzar la digitalización del sistema educativo». Ler aqui.

sexta-feira, 25 de setembro de 2009

Embalagem de livros escolares com produtos opcionais aumenta gastos dos pais

«A confederação das associações de Pais alertou hoje para a "brutalidade" do aumento das despesas das famílias com os manuais escolares devido a método de venda. Os livros vêm embalados juntamente com produtos opcionais, como os cadernos de actividades que fazem subir o preço.» Ler no Público.

terça-feira, 15 de setembro de 2009

LeYa lança site Manual escolar 2.0

O Grupo LeYa anunciou ontem, em conferência de imprensa, o lançamento do projecto «Manual escolar 2.0». Este projecto permitirá publicar os primeiros manuais escolares construídos online, com a participação dos professores, aproveitando o conceito da web 2.0, onde os utilizadores criam e partilham os conteúdos. Segundo comunicado de imprensa da Leya, «O lançamento deste projecto, decidido há cerca de um ano, representa a primeira de diversas iniciativas da LeYa na área dos novos recursos educativos de adaptação ao novo mundo da Educação e das tecnologias a ela aplicadas». Os quatro manuais previstos neste projecto serão editados pela Sebenta. A campanha de divulgação do projecto prolongar-se-á durante o mês de Outubro.

Veja aqui o site Manual escolar 2.0.

Ler sobre o Manual Escolar 2.0 na imprensa aqui, aqui, aqui, aqui, aqui e aqui.

segunda-feira, 14 de setembro de 2009

Professores podem participar online na criação de manuais escolares

«O grupo editorial Leya desafiou hoje os professores a participarem na elaboração de quatro manuais escolares através de um portal na Internet onde poderão responder a inquéritos e colocar comentários sobre o conteúdo e forma dos manuais.» Ler no Diário Digital e no Público.

sexta-feira, 11 de setembro de 2009

LeYa dá conferência de imprensa sobre as suas actividades no mercado de Edições Escolares

A LeYa promoverá uma conferência na próxima segunda-feira, dia 14, pelas 10h30, que tem como pano de fundo a actividade do grupo no mercado de edições escolares. Esta conferência, que decorrerá no edifício LeYa, contará com a participação dos principais responsáveis de Edições Escolares do Grupo.

quinta-feira, 10 de setembro de 2009

Compra de manuais online são mais baratos

«O regresso às aulas traz encargos pesados para a carteira dos pais e educadores. A compra dos livros escolares é uma das maiores dores-de-cabeça nesta época, pela organização exigida, a dificuldade em encontrar alguns dos manuais e, também, pelo preço, que no conjunto pode ultrapassar os 200 euros para alguns ciclos do ensino básico e secundário.

Os serviços de compra "on-line" dos manuais podem dar uma ajuda, oferecendo informação completa e (quase sempre) fiável sobre os livros adoptados em cada escola e nos vários níveis de ensino. Mas também garantem descontos que podem chegar a 20% na compra dos manuais e auxiliares.» Ler no Jornal de Negócios.

quarta-feira, 9 de setembro de 2009

Últimos dias para compra de manuais escolares

O site wook.pt apresenta-se como alternativa e opção aos pais sem tempo para a aquisição dos manuais escolares. Segundo nota de imprensa da Porto Editora, «mais de 10 mil famílias receberam em casa os manuais escolares», via wook.pt.

quinta-feira, 3 de setembro de 2009

Venda de manuais escolares decorre sem percalços

«O atraso na entrega de manuais escolares por parte de editoras deixou no ano passado livreiros e famílias à beira de um ataque de nervos, tendo mesmo alguns alunos começado as aulas sem os necessários livros. O cenário este ano é bem diferente. Os livreiros contactados pelo Diário de Coimbra garantem que os manuais chegaram a tempo e que muitas encomendas de clientes já foram entregues nos meses de Verão. A excepção está em três livros da antiga Editoral O Livro, mas mesmo estes deverão chegar esta semana às lojas.» Ler aqui.

terça-feira, 1 de setembro de 2009

Venda de livros escolares online com desconto

«Cada vez mais utilizadores recorrem aos sites de livrarias e mesmo de supermercados para encomendar e comprar os livros escolares antes do regresso às aulas de Setembro. Não existem números oficiais, nem a comparação com os meios tradicionais para a compra de manuais para a escola, mas os vários players de mercado referem esta tendência.» Ler aqui.

sexta-feira, 21 de agosto de 2009

APEL diz que actualização de preços dos manuais escolares tem sido inferior à inflação

«A Comissão do Livro Escolar da Associação Portuguesa de Editores e Livreiros (APEL) sublinhou hoje que a actualização dos preços dos manuais escolares nos últimos seis anos situou-se 1,78 por cento abaixo do valor acumulado da inflação naquele período.»

Ler no Público.