O artigo que Isabel Coutinho escreveu em Maio de 2007, numa altura que a Feira ainda não apresentava novos pavilhões, praças ou hora H, está aqui e vale a pena ser lido.
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quinta-feira, 13 de maio de 2010
A Feira do Livro de Lisboa, a 24 de Maio de 2007, por Isabel Coutinho
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terça-feira, 27 de abril de 2010
A primeira Feira do Livro de Lisboa
Imagem retirada daqui.
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17:00
Marcadores: Feira do Livro de Lisboa
sexta-feira, 19 de junho de 2009
Inquérito para melhorar a futura edição das feiras do livro de Lisboa e Porto
Para preencher aqui. Via Twitter da Feira do livro de Lisboa.
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15:30
Marcadores: Feira do Livro de Lisboa, Feira do Livro do Porto
segunda-feira, 30 de março de 2009
Emprego: Responsáveis para Stands nas Feiras do Livro de Lisboa e Porto
Descrição da empresa:
Somos uma editora independente, em crescimento sólido, que vê nas Feiras do Livro de Lisboa e Porto mais uma oportunidade para desenvolver o relacionamento com os seus clientes e autores.
Descrição da função:
Pessoas habilitadas para ficarem responsáveis por um Pavilhão de livros em Lisboa (30/Abril a 17/Maio) e/ou no Porto (27/Maio a 14/Junho) – sem descanso ao fim-de-semana, faça chuva ou faça sol.
(Os horários podem ser consultados em http://www.apel.pt/)
Perfil do candidato:
Se te apetece reclamar sempre que vês uma montra desalinhada, gostas de vender e não tens fama de «chato», achas que os livros não servem só para dizer que foram lidos, sentes a tabuada na ponta-da-língua e garantes que erros nos trocos não é contigo, e, claro, não tens mais nada que fazer nas datas indicadas, então dorme sobre o assunto e envia-nos uma candidatura.
Oferta e contacto:
Na tua mensagem diz-nos quanto gostavas de receber, se gostarias de descansar algum(ns) dia(s) no período da(s) feira(s), e junta o teu cv e eventuais comentários (mas, nesta fase, não faças perguntas!). Envia-a para feiras2009@gmail.com
Garantimos o máximo sigilo.
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13:00
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sexta-feira, 27 de março de 2009
As mudanças na Feira do Livro
O JL foi entrevistar os dois principais responsáveis de APEL e UEP, para ouvir a sua posição face às principais alterações da feira deste ano. Do lado favorável às alterações deste ano, está Rui Beja (APEL); do lado oposto, Carlos Veiga Ferreira (UEP). Saliente-se o registo e o tom das declarações dos dois protagonistas, com Carlos da Veiga Ferreira a reconhecer mesmo que esta direcção estará a «fazer um trabalho importante, a arrumar a casa e a tentar melhorar a Feira.», antevendo-se assim uma maior concórdia do que aquela vivida em recentes edições.
Reproduzimos aqui a notícia, intitulada «Mudanças na Feira do Livro?», da autoria de Ricardo Duarte.
«São várias as novidades das próximas Feiras do Livro. A de Lisboa abre mais cedo, a 30 de Abril (até 17 de Maio), quando habitualmente era no final de Maio. Tem horários diferentes, das 12 e 30 às 20 e 30, de segunda a quinta (antes era das 16 às 23), e das 11 às 23, aos sábados, domingos e feriados, e novos pavilhões, que depois serão usados na Feiro do Porto, que este ano não se realiza em simultâneo com a de Lisboa (inaugura a 27 de Maio e prolonga-se até 14 de Junho). Mudanças cujo principal responsável é Rui Beja, presidente da APEL, organizadora da Feira, e que suscitam reservas a Carlos da Veiga Ferreira, presidente da UEP.
SIM
Rui Beja
A antecipação para o final de Abril é vantajosa por várias razões: permite a modernização simultânea das feiras do livro de Lisboa e do Porto (têm agora datas distintas), usando os mesmos pavilhões; e propicia um trabalho mais aprofundado com as escolas, numa altura que estão mais disponíveis, segundo o feedback que temos tido. E o clima não será um problema. Pedimos um estudo ao Instituto Meteorológico: entre Maio e Junho não há grandes diferenças, só ao nível do calor. É também nesse sentido que vai a alteração dos horários. É uma época que convida ao passeio pelo Parque Eduardo VII. É preciso ter em conta que a vida citadina mudou, que as pessoas trabalham por turnos e que têm horários diferenciados. Vai haver um espaço de restauração, que fazia falta, pelo que se pode almoçar na feira e continuar a visita à tarde. Durante a semana a afluência à noite era muito reduzida. E, claro, o horário é mais adequado ao público escolar. Por último, os novos pavilhões trazem várias vantagens. São mais modernos, atractivos e de manuseamento simplificado, na abertura e no fecho. Podem ser usados individualmente ou acoplados, para uma gestão do espaço mais eficaz. Os participantes têm total liberdade de escolha. E um dos problemas apontados – a inexistência de bancadas laterais – foi resolvido.
NÃO
Carlos da Veiga Ferreira
Estou absolutamente em desacordo com os novos horários da Feira do Livro de Lisboa. Em tempos houve uma edição com opções idênticas, no Terreiro do Paço, que se relevou um enorme flop comercial. Porque as pessoas não têm tempo nesse horário. Às vezes, nem para almoçar. Mesmo procurando atingir o público escolar, a experiência diz que também não se chega lá por esse caminho. Posso enganar-me, mas estou convicto que o horário não é adequado. Quanto aos novos pavilhões suscitam-me reservas semelhantes, sobretudo porque o seu formato, quando comparado com os anteriores, reduz em cerca de 30 a 40% o espaço disponível. Ter o maior número possível de livros exposto é fundamental. É essa a expectativa das pessoas e o que as leva à Feira: encontrar obras que não estão disponíveis nas livrarias, o que só se consegue com tabuleiros maiores. Em relação à calendarização, há quatro ou cinco anos diria logo que não concordava. Mas com as mudanças metereológicas, é difícil dizer. É possível que esteja bom tempo na altura. Mas apesar de tudo, as expectativas são boas. Esta direcção da APEL está a fazer um trabalho importante, a arrumar a casa e a tentar melhorar a Feira.»
A notícia pode ser lida na página 9, do nº 1004 do JL, actualmente nas bancas.
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14:30
Marcadores: Feira do Livro de Lisboa
Portugal vai ser país convidado na Feira do Livro de León
«Portugal será o país convidado da Feira do Livro de León, que decorre em Maio nesta cidade espanhola, numa iniciativa do governo desta região e da autarquia de Bragança, as duas zonas fronteiriças»
Ler no Expresso.
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14:22
Marcadores: Feira do Livro de Lisboa
quinta-feira, 26 de março de 2009
140 editoras inscreveram-se para a Feira do Livro
«Cerca de 140 editoras estão inscritas na edição deste ano da Feira do Livro de Lisboa, incluindo as do Grupo LeYa, que participará mais uma vez com pavilhões próprios, anunciou a Associação Portuguesa de Editores e Livreiros (APEL), organizadora do evento.»
Ler no Público.
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10:23
Marcadores: Feira do Livro de Lisboa, Notícias
segunda-feira, 2 de março de 2009
UEP critica Feira do Livro de Lisboa
Num artigo assinado hoje por Ana Henriques (página 17), no Público, intitulado "Horários da próxima Feira do Livro são inacreditáveis", Carlos da Veiga Ferreira (CVF), presidente da UEP, apresenta as críticas desta associação à organização da Feira:
Horários
«Acho inacreditável que a feira passe a abrir à hora de almoço, quando as pessoas já quase não têm hora de almoço», diz CVF, sendo que, segundo a mesma peça, esta decisão terá ido contra alguns dos associados da APEL. CVF lembra ainda a feira que decorreu no Terreiro do Paço, na década de 90, na qual «se fez uma experiência semelhante. A localização e o horário foram, no seu entender, decisivos para aquela se ter tornado "a pior feira dos últimos 15 anos", pela falta de visitantes.»
Financiamento
«...habituada a partilhar com a APEL o subsídio camarário para a organização do evento, esta [UEP] viu este ano a verba em questão (150 mil euros) ser entregue na totalidade à sua rival para a produção do evento, na sequência de um acordo estabelecido no ano passado entre as associações e o município. "Trata-se de uma medida que discrimina a UEP", queixa-se Carlos Veiga Ferreira, acrescentado que não foi isso que ficou estabelecido. "No ano passado, o presidente da câmara comprometeu-se a continuar a subsidiar-nos, embora não tenha quantificado o montante. Este ano disse que ia falar com a vereadora da Cultura. Mas nunca mais me disse nada", conta Carlos Veiga Ferreira. Os sócios da UEP discutem esta semana se acatam a decisão ou se tomam "alguma iniciativa" contra ela.»
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09:30
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quinta-feira, 5 de fevereiro de 2009
«Nova» Feira do Livro
A APEL promoveu ontem, em Lisboa, uma sessão de apresentação da «Nova Feira do Livro». O evento teve como primeira parte uma apresentação dos novos pavilhões paras as feiras do livro de Lisboa e Porto, que os editores (que compareceram em número considerável) tiveram a oportunidade de «experimentar». No auditório I da FIL seguiu-se uma apresentação, a cargo de Rui Beja e de João Espadinha (membros da direcção da APEL), das novas ideias que se pretende implementar nas feiras em causa, mormente a nível de conceito, implantação e programação cultural. Como principal preocupação, a ideia de atrair novos públicos leitores, mormente nas faixas etárias mais jovens.
Ainda que tenha ficado patente o louvável esforço de renovação da feira, os editores presentes tiveram a oportunidade de verbalizar algumas das suas principais dúvidas e observações, mormente no que respeita aos novos pavilhões (que permitem uma área de exposição menor do que nos anteriores modelos de pavilhão) e à antecipação do horário de abertura da Feira do Livro de Lisboa. A APEL revelou-se receptiva a quaisquer observações e sugestões que os editores que pretendem participar nas feiras lhe queiram fazer chegar.
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17:47
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sábado, 17 de janeiro de 2009
Feira do Livro de Lisboa - Diário Digital
Saiu ontem no Diário Digital, via Agência Lusa, uma peça explicativa da nova Feira do Livro de Lisboa e Porto.
Segundo a Vereadora da Educação e Cultura, Rosalía Vargas, a CML reconhece «[...] a determinação em enfrentar os desafios colocados por um projecto cuja dimensão aponta para uma visão de futuro no sector dos editores e livreiros», «a proposta apresentada [...] inclui um aumento da área de restauração, mais qualificada, uma mini-feira do livro infanto-juvenil, melhorias dos acessos, instalações sanitárias, e sinalética».
Para ler aqui.
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11:48
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sexta-feira, 16 de janeiro de 2009
Feira do Livro de Lisboa Aprovada
Pode ser lido hoje, no jornal Público, que o Projecto de Modernização da Feira do Livro de Lisboa foi aprovada pela Câmara Municipal de Lisboa.
Segundo Isabel Coutinho e Ana Henriques, a nova Feira do Livro será toda remodelada, com pavilhões novos, novos espaços de restauração e outros serviços - como casas de banhos -, assim como terá um horário novo (ainda provisório, mas apontando-se para o dia 23 de Abril - dia mundial do livro), e um horário mais condicente, abrindo ao 12:00 para que se possa visitar a feira já durante a hora de almoço.
A programação cultural será também bastante mais alargada e haverá uma mini-feira do livro, um espaço totalmente dedicado às crianças.
Tudo isto tinha sido já divulgado pela APEL em Novembro passado, e é agora cada vez mais uma realidade.
A ler aqui.
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10:35
Marcadores: Feira do Livro de Lisboa
segunda-feira, 22 de dezembro de 2008
As vantagens dos novos pavilhões da Feira do Livro
A APEL emitiu uma circular pelos seus associados, na qual apresenta as principais vantagens dos novos pavilhões. Reproduzimos aqui, com a devida autorização da APEL este documento. A APEL, através do email comissaofeiras@apel.pt, convida ainda a que todos dirijam à Associação as dúvidas e sugestões que considerem necessárias / pertinentes.
«
• Montagem/desmontagem difícil e morosa;
• Abertura lenta, a carecer de duas pessoas para a sua efectivação e com perigo de danos físicos;
• Estrados desadequados para o fim a que se destinam;
• Não é possível interligá-los;
• Entrar e sair, quando está em funcionamento, é desconfortável e difícil;
• Estética obsoleta;
• Demasiado grandes, 400 cm x 250 cm:
o Precisam de muitos livros;
o São de difícil transporte;
o Em terreno inclinado ficam com grandes diferenças de quota entre pontas;
• Os proprietários, de uma forma geral, são os participantes, com as seguintes desvantagens:
o Temos de pagar a armazenagem, quer em instalações próprias, quer em alheias;
o Dificulta, ou impossibilita, a mudança de todos os pavilhões de uma só vez.
• Economicamente dispendiosos;
• Difíceis de controlar no roubo de livros e atendimento devido às laterais;
• Montagem/desmontagem relativamente simples e mais rápida;
• Podem ser montados de três formas:
o Balcão completo (fig-1)
o Aberto (fig-2)
o Misto (fig-3)
• Abertura e encerramento muito simples, realizável com uma só pessoa e sem perigo de danos
físicos;
• Permitem ligação lateral, com comunicação interior, de ‘n’ pavilhões;
• Porta lateral que permite entrar e sair facilmente, mesmo quando se encontram em
funcionamento;
• Estética moderna;
• Mais pequenos, 319 cm x 201 cm, com as seguintes vantagens:
o Ficam apresentáveis com menos livros, o que facilita a vida aos editores mais pequenos;
o São de transporte fácil;
o Em terreno inclinado ficam com diferenças de quota, entre pontas, pouco significativas;
o O custo de participação é menos elevado;
• Os participantes deixam de ser os proprietários, com as seguintes vantagens:
o Permitem a renovação integral da feira a cada 4-5 anos;
o A sua armazenagem, montagem/desmontagem e manutenção deixam de ser
problema/encargo dos participantes;
o Deixa de ser necessário o investimento de compra;
• Área de atendimento mais reduzida e somente frontal (supressão das laterais):
o Dificulta o roubo dos livros;
o Aumenta a eficácia do atendimento;
o Facilita a abertura e o encerramento, tornando-os mais rápidos;
o Possibilita a colocação de estantes nas laterais interiores;
o Permite a porta lateral de entrada/saída;
o Permite a acoplagem lateral de diversos pavilhões
• Estantes na retaguarda, laterais e por baixo do balcão;
• Materiais leves.


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13:00
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quinta-feira, 4 de dezembro de 2008
Feira do Livro de Lisboa
No website da APEL já está disponível um resumo do Projecto de Modernização da Feira do Livro, assim como alguns dos anexos de apoio.
Para mais informações ver aqui.
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15:55
Marcadores: APEL, Feira do Livro de Lisboa
A nova feira do Livro de Lisboa
«A Feira do Livro de Lisboa do próximo ano apresentará um novo plano com pavilhões modernos, contemplando a diferenciação, e deverá abrir a 23 de Abril, segundo a proposta apresentada pela APEL à Câmara de Lisboa.
Em declarações à Lusa, o presidente da Associação Portuguesa de Editores e Livreiros (APEL), Rui Beja, informou que a proposta de «modernização e renovação» da Feira do Livro foi já entregue à Câmara de Lisboa.
«Abrir a Feira no Dia Mundial do Livro tornará a inauguração um grande evento cultural como pretendemos para a grande festa do livro que é a feira», sublinhou.
Referindo-se à «diferenciação de pavilhões», Rui Beja frisou que esta «terá regras em prol de uma desejada harmonização».
«Há constrangimentos naturais como as copas das árvores, corredores de segurança, e acessibilidades», assinalou.
A proposta apresentada, segundo o mesmo responsável, inclui «uma aumento da área de restauração, mais qualificada, uma mini-feira do livro infanto-juvenil, melhorias dos acessos, instalações sanitárias, e sinalética».
O projecto apresentado teve em conta as conclusões do inquérito feito aos visitantes da Feira realizada este ano. «A esmagadora maioria» escolheu o Parque Eduardo VII como «o local ideal».
«A nova Feira apresentará uma grande renovação, contemplando o projecto cinco componentes que referimos como plural, cultural, nacional, inovador e inclusivo», referiu ainda.
Referindo-se ao novo formato dos pavilhões, precisou que eles «serão diferentes, com materiais mais modernos, mas reflectindo a tradição».
«Estes pavilhões - adiantou - serão modulares, permitindo acoplarem-se uns nos outros, podendo cada editor dispô-los como entender e facilitando também o acesso a crianças e a pessoas com deficiências. São mais flexíveis e permitem uma utilização pelas diferentes editoras sem custos adicionais na inscrição e haverá até uma certa economia».
Aqui.
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quarta-feira, 22 de outubro de 2008
O Blogtailors subscreve
Jorge Reis-Sá, no seu blog, faz um apelo para que os leitores colaborem com ideias para melhorar as feiras do Livro de Lisboa e Porto. O Blogtailors associa-se a esta iniciativa e solicita igualmente que, usando o email do blogue, nos façam chegar ideias e propostas para melhorar a feira do Livro de Lisboa e Porto.
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terça-feira, 29 de julho de 2008
O balanço das feiras do livro
Hoje, no Correio da Manhã, tenta-se fazer um balanço das feiras do livro. Como não existem números, valem os testemunhos de alguns responsáveis:
- Francisco Madruga, da APEL, indica que houve uma queda de 20 % no número de visitantes e de igual dimensão nas vendas em relação a 2007;
- Baptista Lopes refere que se torna difícil a contabilidade, uma vez que os editores não revelam resultados;
- A UEP, através de Bruno Pacheco, começa por dizer que também não tem números concretos para apresentar mas adianta que "Desde 2002 que a feira sofre quedas e 2006 foi mesmo o pior dos anos. Em 2007 recuperou, com subidas na ordem dos 15 e 20 por cento, mas este ano os números voltaram aos de 2006";
- A LeYa, segundo a própria, "registou um aumento nas vendas de entre dez e 15 por cento face ao ano passado;
- A Gradiva baixou apenas 4% nas vendas.
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sexta-feira, 20 de junho de 2008
A LeYa na Feira do Livro de Lisboa
O Grupo LeYa revela os seus dados relativos à feira.
De realçar:
«[...]
A Leya participou neste evento com 15 pavilhões de formato diferente do tradicional e, volvidos os 23 dias de Feira, registou um aumento nas vendas de entre 10 e 15% face ao ano passado
[...]
«a Leya solicitou à empresa GfK Metris a realização de um estudo de investigação de mercado, com o objectivo global de avaliar, junto dos visitantes da Feira do Livro de Lisboa 2008, o impacto e opinião face aos novos pavilhões do grupo.
[...]
- 80% dos visitantes inquiridos da Feira do Livro já tinham visitado, à data do inquérito, a "Praça Leya";
- perto de 60% dos visitantes da Praça Leya afirmaram ter gostado ou gostado muito dos pavilhões e da organização do espaço.
- Cerca de 65% das pessoas que visitaram a Praça Leya gostaram da forma como os livros estavam expostos e da quantidade de livros disponíveis nos pavilhões da Leya.
- O estudo permitiu ainda apurar que, em média, cada visitante da Feira do Livro compra 5 a 6 livros.»
A amostra foi constituída por 433 entrevistas directas, com 15 e mais anos de idade, que visitaram o recinto da Feira do Livro de Lisboa nos dias 31 de Maio e 1 de Junho, entre as 17h e as 22h.
Ficou a cargo da GfK.
Dado o período a que diz respeito essa estatística ser muito reduzido, achamos essencial cruzar outros dados, de forma a observar um pouco as condicionantes deste inquérito.
Como o inquérito diz respeito à percepção da "Praça LeYa", juntamos o grosso da programação desse período nesse espaço:
- No dia 31 de Maio, às 21:30h, a Conferência-debate sobre o livro “O Segredo”, da Lua de Papel (Texto LeYa);
- No dia 1 de Junho, às 15:00, uma peça de teatro chamada "Os Miaus", uma adaptação livre do texto de "Os Maias", de Eça de Queirós, com texto de Sara Rodrigues e ilustrações de Cristiana Resina;
- No dia 1 de Junho, às 18:00 o lançamento do livro “Livro com Cheiro a Caramelo”, de Alice Vieira;
- Durante o fim-de-semana o Grupo LeYa conseguiu reunir 50 autores portugueses para sessões de autógrafos, entre eles António Lobo Antunes, Gonçalo M. Tavares, José Eduardo Agualusa, Nuno Júdice, Mário de Carvalho, Pepetela, Inês Pedrosa, Pedro Mexia, Rui Zink, Matilde Rosa Araújo e Alice Vieira.
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domingo, 15 de junho de 2008
Feira do Livro: balanços
«Nem os saldos nem as autênticas pechinchas sensibilizaram os bolsos dos lisboetas. A edição da Feira do Livro de Lisboa de 2008, que hoje encera, corre o risco de não superar a do ano passado. Editores e livreiros desejam para o último dia uma enchente, na tentativa de vender mais exemplares »
Hoje, no DN, um artigo de Leonor Figueiredo sobre a Feira do Livro. Para ler aqui.
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14:08
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sábado, 14 de junho de 2008
21 dias é demais - parte II
Um dos grande objectivos deste blog sempre foi colocar os interessados a discutir. Um dos posts que mais discussões suscitou foi o "21 dias é demais", a partir de um texto de Jaime Bulhosa.
Algum tempo depois após a discussão ter arrefecido, Serafim Gonçalves voltou a colocar um comentário neste post. O lamento inicial deste leitor é justo: dado o tempo que passou, muito possivelmente o seu comentário não seria lido. É por isso mesmo que colocamos aqui a chamada de atenção. Há um novo comentário neste post.
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21:56
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quinta-feira, 12 de junho de 2008
Para uma melhor Feira do Livro
Deseja-se uma programação dinâmica e abrangente para a Feira do Livro. E por abrangente, fale-se de diversidade. Por diversidade entenda-se não só ao nível da oferta propriamente dita, como dos públicos-alvo a que se destinam.
Num lançamento que decorreu no passado dia 10 de Junho, um dos protagonistas deslocava-se em cadeira de rodas. Infelizmente a plataforma onde estava colocada a mesa da sessão não tinha qualquer rampa de acesso, levando a que a mesa tivesse de ser deslocada para o mesmo nível da assistência.
A boa vontade e abertura da organização levou a que a mesa pudesse ser deslocada, sem constrangimentos de maior. Mas a verdade é que a mesma organização que imediatamente se disponibilizou para resolver o problema, não tinha, numa primeira instância, levado em linha de conta a obrigatoriedade da oferta cultural estar disponível e acessível a todos. Deficientes incluídos.
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15:42
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