Estão abertas as inscrições para o curso de Pós-Graduação em Edição, da Universidade Católica de Lisboa. O curso tem o apoio da APEL e as candidaturas decorrem até dia 8 de Outubro. Ver mais aqui.
terça-feira, 21 de setembro de 2010
Pós-Graduação em Edição: Livros e Novos Suportes Digitais
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quinta-feira, 29 de julho de 2010
Entrevista a Joaquín Rodríguez, director do Mestrado em Edição da Universidade de Salamanca
«¿Cuál es el objetivo del Máster en Edición de la Universidad de Salamanca?
El objetivo es formar a editores, sin formación previa pero con vocación, para que sean capaces de montar su propio proyecto editorial con la mayor garantía de éxito. Para conseguirlo se utiliza un método de aprendizaje que tiene que ver con el aprender haciendo. Es decir, en cada uno de los módulos del máster se plantea un problema, una serie de cuestiones, y se dan los conocimientos y las herramientas para que cada grupo de trabajo, cada editorial, las resuelva como le parezca más adecuado. Es un método más o menos clásico de learning by doing. Entonces, cada uno de los módulos va ensamblándose con el siguiente de manera que desde el momento que se entra en el máster se va generando un proyecto. Cuando el curso ha concluido lo que encuentran los editores es que han conseguido ensamblar un proyecto editorial completo e imprimir sus libros, dar de alta su editorial y, bueno, plantear y desarrollar un modelo de negocio.» Ler na íntegra aqui.
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terça-feira, 29 de junho de 2010
Nota sobre tradutor e revisor
Não é muito comum. Os nomes dos revisores nunca aparecem nas capas, os dos tradutores só quando o editor considera que é uma argumento de venda. Mostrando-se preocupada com os profissionais de que se rodeia para a produção dos seus livros, a Booksmile tenta atenuar a injustiça de tantas vezes o protagonismo destes profissionais ser esquecida e inclui, desde o primeiro volume da série «Poppy», uma biografia da tradutora e revisora (ver imagem acima) – dois membros importantes que, segundo a editora, garantem a «qualidade literária da colecção».
sexta-feira, 11 de junho de 2010
Palestra de José Afonso Furtado nas Caldas da Rainha
«No âmbito da disciplina de Edição de Livros, José Afonso Furtado, director da Biblioteca de Arte da Fundação Calouste Gulbenkian, desloca-se à ESAD.CR para proferir uma palestra dedicada ao tema «Livros Séc. XXI». 16 de Junho pelas 17h, no Auditório I.» Ler no Diário de Notícias.
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sábado, 29 de maio de 2010
O futuro da edição: a maneira de ver as coisas
Via Brave New World.
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quinta-feira, 27 de maio de 2010
A Booksmile responde às suas questões
Em Julho de 2009, Manuel Freitas, director-geral da Booksmile, escreveu um post onde respondia à questão «Como publicar um livro?». Na sequência deste, Manuel Freitas indica agora como «publicar uma auto-biografia de um determinado atleta».
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sexta-feira, 23 de abril de 2010
Penguin australiana publica livro culinário com erro
A Penguin Group Austrália publicou um livro culinário com uma receita que dizia para acrescentar «salt and freshly ground black people». Ao invés de pimenta, um condimento normal em qualquer cozinha, foi sugerido usar pessoas no tempero do prato. A Penguin reimprimiu a tiragem de 7000 exemplares e já pediu desculpa pelo erro. Ler aqui e aqui.
terça-feira, 9 de março de 2010
sexta-feira, 5 de fevereiro de 2010
A edição em Espanha
É hoje apresentada La edición en España, de Juan Miguel Sánchez Vigil. A obra «trata del libro, de su contenido y continente, de los formatos de presentación y de su esencia, así como de los nuevos desafíos que se plantean con la tecnología digital», com cada capítulo a analisar um segmento da edição em Espanha. Ler mais aqui.
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domingo, 22 de novembro de 2009
Seminário de Mestrado de Edição, da Universidade de Alcalá
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sexta-feira, 20 de novembro de 2009
Seminários IPECC
O Instituto de Postgrado de Estudios Culturales y de Comunicación (IPECC), da universidade Alcalá de Henares, em Espanha, tem disponível no youtube um conjunto de vídeos dos seus seminários de mestrado. Consulte aqui a lista de vídeos disponíveis, na qual podemos encontrar o Mestrado de Edição.
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sexta-feira, 6 de novembro de 2009
Ciclo de debates Com Todas as Letras, com organização da revista Os Meus Livros e SPA
Decorre na próxima terça-feira, dia 10, a 5.ª sessão do ciclo de debates Com Todas as Letras, organizado pela revista Os Meus Livros e a Sociedade Portuguesa de Autores. Esta sessão estará subordinada ao tema «Editar sem Editora: Quem faz o quê?», tendo o seu início previsto às 18h30, no Auditório Maestro Frederico de Freitas, na Av. Duque de Loulé, n.º 31, em Lisboa.
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sexta-feira, 23 de outubro de 2009
Ciclo de debates Com Todas as Letras, com organização da revista Os Meus Livros e SPA
Decorre na próxima terça-feira, dia 27, a 4.ª sessão do ciclo de debates Com Todas as Letras, organizado pela revista Os Meus Livros e a Sociedade Portuguesa de Autores. Esta sessão estará subordinada ao tema «FC e Literatura Fantástica: O Reinado da Imaginação», tendo o seu início previsto às 18h30, no Auditório Maestro Frederico de Freitas, na Av. Duque de Loulé, n.º 31, em Lisboa.
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sexta-feira, 9 de outubro de 2009
Ciclo de debates Com Todas as Letras, com organização da revista Os Meus Livros e SPA
Decorre na próxima terça feira, dia 13, a 3.ª sessão do ciclo de debates Com Todas as Letras, organizado pela revista Os Meus Livros e a Sociedade Portuguesa de Autores. Esta sessão estará subordinada ao tema «Romance Histórico: O Passado Revisto», tendo o seu início previsto às 18h30, no Auditório Maestro Frederico de Freitas, na Av. Duque de Loulé, n.º 31, em Lisboa.
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sexta-feira, 25 de setembro de 2009
Ciclo de debates Com Todas as Letras, com organização da revista Os Meus Livros e SPA
Decorre na próxima terça-feira, dia 29, a 2.ª sessão do ciclo de debates Com Todas as Letras, organizado pela revista Os Meus Livros e a Sociedade Portuguesa de Autores. Esta sessão estará subordinada ao tema «Audiolivro: O Som das Palavras», tendo o seu início previsto às 18h30, no Auditório Maestro Frederico de Freitas, na Av. Duque de Loulé, n.º 31, em Lisboa.
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quarta-feira, 16 de setembro de 2009
Com Todas as Letras
Teve ontem início a primeira das sete sessões que a revista Os Meus Livros (OML) está a organizar na Sociedade Portuguesa de Autores.
Esta sessão seguiu o modelo anterior (há três anos, a OML também realizou estas conferências): três convidados respondem a questões, moderadas por João Morales, com intervenção final do público.
Os convidados de ontem foram Carlos Veiga Ferreira (CVF), da Teorema-Leya, António Lobato Faria (ALF), da Oficina do Livro-Leya, e Alexandre Vasconcelos e Sá (AVS), da Objectiva-Santillana. O tema versou sobre «O Regresso: Tendências, Previsões e Outros Riscos».
A conversa começou com CVF a realçar que, este ano, o trash permanece no ponto de venda, sendo que «90% do que lá se vê é não recomendado»; apesar disso, realçou que as propostas que as mais recentes editoras (as Edições tinta-da-china e a Cavalo de Ferro foram referidas) têm trazido ao mercado como elementos positivos de renovação e qualidade.
ALF pegou nas palavras de CVF e, em certa medida, corroborou, dizendo que «este é um ano mau em termos da literatura de que habitualmente gostamos», (referindo-se às pessoas da sala) e destacando «a falta de inovação das propostas» e a continuação das mesmas tendências do ano anterior. «A venda de livros por impulso continuou.» Em poucas palavras, «este é um ano mau para análises».
Abordando também a tendência de muitas empresas editoriais em procurarem somente o que funciona em termos de mercado, ALF referiu-se ao perigo que isso acarreta, pois «um grande grupo que invista só nos bestsellers é autofágico».
AVS frisou a diferença existente «entre grupos que nasceram dos livros e aqueles que vêm de fora e têm muito que aprender».
Os livreiros também foram chamados a esta discussão, com CVF a afirmar que «parte importante da presença de lixo editorial é dos livreiros, […] eles não necessitavam de colocar isso em tão grande destaque».
AVS recorda que «os livreiros idealistas desapareceram», e ALF lembrou que «muito do mercado português foi alavancado na prateleira [dos livreiros]» e que, se todos os livreiros «devolvessem todos os nossos livros que andam por aí espalhados, não haveria uma editora a sobreviver».
Apesar disso, ALF acredita que, «nos próximos três ou quatro anos», possam surgir «muitos projectos interessantes de livrarias» para temas como a literatura ou outros géneros hoje com menos espaço comercial.
Respondendo a uma provocação lançada por João Morales, ALF sorri e indica que, «se se editasse 50% a menos do que se edita, as vendas não iriam, provavelmente, baixar»; apesar disso, não crê que tal possa vir a acontecer nos próximos anos. ALF menciona também uma boa característica do nosso mercado, pois «não há muitos países no mundo onde se possa publicar obras das mais diversas literaturas e ter algum sucesso», o que abre um enorme universo de trabalho para os editores.
A próxima sessão será no dia 29 de Abril e terá como tema «Audiolivros: O Som das Palavras».
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quarta-feira, 9 de setembro de 2009
Serralves inaugura exposição a 12 de Setembro
«A biblioteca de Serralves inaugura no sábado a exposição «Um Formato, Um Conceito, Várias Ideias», comissariada por Guy Schraenen.
A mostra pretende dar a conhecer «o processo editorial típico dos anos 1960/1970, tal como aconteceu na exposição Revistas de Vanguarda», segundo o divulgado em comunicado.
O certame aborda o modo como várias editoras «criaram diferentes séries de publicações com formato, conceito e aspecto muito diferentes» mas, ao mesmo tempo, davam «rédea livre» aos criativos relativamente à «concepção do interior da publicação».»
Ler no Diário Digital.
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sexta-feira, 28 de agosto de 2009
O futuro da edição estará em debate, amanhã no Dolce Vita Porto
Decorre amanhã mais uma edição do ciclo de debates «Cultura no Centro». Com o título «Edição sem editores?», esta sessão irá analisar «as transformações sofridas pelo mercado editorial português na última década». O debate será moderado por Sérgio Almeida (Jornal de Notícias), contando com a participação de José da Cruz Santos (editor), Maria David Castro (responsável da Fio da Palavra, chancela da Figueirinhas), A. Dasilva O. (escritor e editor das Edições Mortas) e Tiago Szabo e Joana Pinto Coelho (Ahab Edições).
Amanhã, no piso 2 do Dolce Vita Porto, às 17 horas.
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terça-feira, 28 de julho de 2009
Edição vs distribuição, por Eduardo Pitta
«Não podemos continuar com o divórcio entre edição e distribuição. Não podemos continuar a procurar livros em livrarias e a ouvir como resposta do empregado — livreiro é outra coisa —, em regra blasé, ou simplesmente ignorante, «dessa editora não temos nada». Já ouvi dizer isto da Assírio & Alvim, que há meia dúzia de anos andava ao colo de toda a imprensa cultural e agora sumiu dos escaparates. O mesmo se passa com as edições da Imprensa Nacional, do Instituto de Ciências Sociais, da & etc e, de um modo geral, de todos aqueles que não apostam no bestseller. Um caso paradigmático é o da Angelus Novus, que tem um catálogo irrepreensível, mas é difícil de encontrar fora dos dois ou três sítios do costume: os tais que têm livreiros. E não me venham com a treta de que sou parte interessada por ter publicado dois livros na Angelus Novus (em 2000 e 2003), um deles até já reeditado na QuidNovi.»
Ler na íntegra aqui.
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quarta-feira, 24 de junho de 2009
Quo vadis codex?, por Miguel Conde (parte 5/5)
Acreditamos que tudo o que seja de consulta tenderá a passar para o ambiente digital, havendo quem prefira um a outro suporte, e quem conviva com ambos, de acordo com as suas necessidades e interesses.
Já aqui falámos que o livro não é apenas o tangível, mas também uma ideia. E é uma ideia prática, hoje tendencialmente materializada em papel e tecnologicamente eficiente. Tudo isso, mais o natural conservadorismo humano, e o agradável cheiro do papel (quase sempre), fazem do livro impresso um objecto que irá conhecer muitas Primaveras.
Porém, o futuro dominante da escrita encontra-se sob a forma digital, em suporte que não o papel. Possivelmente, não será o caso da literatura mais nobre, mas será o de todos os outros textos escritos, que são já a maioria. Não será a leitura como a entendemos hoje, pois a forma enferma a experiência.
Tudo irá ser reinventado, mas sempre tendo em atenção a sua génese. As pessoas tratarão o livro com um tu irreverente, mas o livro será sempre o termo de partida para o que quer que seja que o venha a complementar.
O «ceci tuera cela» do corcunda de Victor Hugo ecoa em todas as discussões sobre o futuro do livro, sendo raramente referido que o corcunda se enganou, e parece cada vez mais enganado. O livro, democraticamente, estimula aqueles que o querem erradicar, ultrapassar e esquecer.
A possibilidade de uma nova criatividade, liberta de constrições físicas e da unidimensionalidade do livro, cria espaço para uma nova linguagem, e todas as linguagens pressupõem uma diferente estrutura de pensamento, mesmo que apenas marginalmente diferentes da original. A informação será mais coordenada, os diferentes tipos de textualidade conviverão e essa diversidade terá bom uso pela nossa sociedade, que cresce e se fortalece com as sinergias criadas por ela própria.
Há perdas no melhor dos progressos. A questão é saber se estas perdas são compensadas pelos ganhos. A investigação, a informação e a organização do conhecimento terão muito a ganhar com uma digitalização mais alargada e efectiva; mas o fruir do que associamos a um livro arquetípico não será compensado, nesta geração, por uma digitalização mais dominante; muito menos será a substituição de um livro como objecto.
A mudança a caminho da digitalização será um complemento do «nosso» livro e irá estimular potencialidades até agora ausentes, invisíveis ou mesmo latentes. Tal como na natureza, também na cultura nada se perde, tudo se transforma. O livro será o livro mas também outras coisas. Teremos ambos e estaremos mais contentes, com a permanência da ideia de felicidade mais perto, mais frequente. Teremos o zapping e os filmes, como diz Eco.
O digital vai dominar o mundo do livro em todas as fases do ciclo do texto. As restrições serão menores para a circulação da informação, com custos nulos ou residuais, e esta democratização impulsionará uma sociedade mais livre e justa.
É no futuro que encontraremos a solução ou a problematização do presente. Se é verdade que muitas vezes negligenciamos a importância da história, esta consiste, em boa parte, em explicar que somos o que somos porque fomos o que fomos, e por isso seremos o que seremos.
O fim do livro está anunciado há muito, a resistência prometida até ao fim. E o caminho está algures no meio.
«when everything is possible, nothing is foregone» (Nunberg, 1996: )
Bibliografia
CHARTIER, Roger
1997 A Ordem dos Livros, Lisboa, Vega.
DUGUID, Paul
1996 «Material Matters», The Future of the Book, ed. Geoffrey Nunberg, Berkeley, University of California Press.
Disponível em: http://www2.parc.com/ops/members/brown/papers/mm.html
1996 «Afterword», The Future of the Book, ed. Geoffrey Nunberg, Berkeley, University of California Press.
Disponível em: http://www.themodernword.com/eco/eco_future_of_book.html
2002 «Writing Electronically: The Effects of Computers on Traditional Writing», in Ann Arbor, Michigan: Scholarly Publishing Office, University of Michigan University Library, Journal of Electronic Publishing, August, 2002.
Disponível em: http://hdl.handle.net/2027/spo.3336451.0008.104
2007 O Pixel e o Papel, Lisboa, Aríadne.
1998 Le Livre électronique. Meudon: GIS Sciences de la Cognition.
Disponível em: http://www-apa.lip6.fr/GIS.COGNITION/livr1.html
2005 «Digital Text Cycles: From Medieval Manuscripts to Modern Markup», in
Journal of Digital Information, Volume 6 Issue 1.
2001 «The battle to define the Future of the Book in the Digital World», first Monday, Volume 6 number 6.
Disponível em: http://www.firstmonday.org/issues/issue6_6/lynch
1996 «Introduction», The Future of the Book, ed. Geoffrey Nunberg, Berkeley, University of California Press.
Disponível em: http://people.ischool.berkeley.edu/~nunberg/FOBIntro.html
2001 An E-book Primer. Networked Services Policy Taskgroup Issue Paper, Bath, UKOLN.
Disponível em: http://www.ukoln.ac.uk/public/earl/issuepapers/ebook.htm
Consulte a oferta de formação da Booktailors na barra lateral do blogue: Curso de Comunicação Editorial com Jornalistas - João Pombeiro (Editor da LER), Curso de Marketing do Livro, pelos Booktailors.
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