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quinta-feira, 2 de setembro de 2010

Seminário de profissionais: eDistribuição por Publidisa

A Publidisa organiza este evento, com colaboração da APEL, que decorrerá nos próximos dias 7 e 8 de Setembro, em Lisboa e Matosinhos, respectivamente. O seminário seguirá os seguintes tópicos:

1. O que se passa no sector editorial? Rumo a um ambiente digital.

  • Análise do sector editorial.
  • Evolução do sector.
  • Situação actual.
  • Desafios.
2. Razões para esta mudança.

3. eDistribuição.
  • Definição.
  • Oportunidades.
> Novos formatos. Formatos On Demand, como garantia de disponibilidade.
�- Segurança dos conteúdos.

> Novos negócios.
�- Novos Canais.
�- Novos Dispositivos de Leitura. Conteúdos iPad.

4. Estratégias para enfrentar a mudança. Estratégias Digitais.
  • O novo leitor.
  • A nova edição.
  • Novas ferramentas.
5. Tecnologia Publidisa para eDistribuição.

terça-feira, 9 de fevereiro de 2010

Selecções do Reader’s Digest com nova distribuidora no mercado livreiro

«A distribuição das edições das Selecções do Reader’s Digest no mercado livreiro está desde o início do ano a cargo da Sodilivros, adianta a empresa em comunicado.

De acordo com o mesmo documento, no âmbito deste novo acordo, as Selecções do Reader’s Digest estão também a desenvolver uma nova estratégia editorial e de marketing que, “em conjunto com a Sodilivros, permitirá abordar este canal de vendas com uma nova gama de produtos com a qualidade editorial das Selecções, mas mais adequada ao público destes canais de distribuição”.» Ler no Briefing. Via EstudosEdição.

quarta-feira, 3 de fevereiro de 2010

Deplano Network compra HT Distribuição

«A Deplano Network, SA, empresa de Horácio Piriquito, comprou a HT Distribuição, criada em 1992 pelas editoras Livros Horizonte e Terramar, e actualmente a distribuir, para além da editora Livros Horizonte, a Biblioteca Nacional, a Imprensa Nacional-Casa da Moeda e o Instituto de Comunicação Social e outras editoras independentes.» Ler na íntegra no blogue Os Meus Livros.

quarta-feira, 9 de dezembro de 2009

Deplano compra Konsoante

«A Deplano Network, SA, empresa de Horácio Piriquito, comprou a totalidade do capital social da distribuidora Konsoante - Distribuidora de Livros e Audiovisuais, alargando a sua área de acção ao sector da distribuição.

Fundada inicialmente pelo editor Mário Moura, a Konsoante - explica a Deplano em comunicado enviado ao Briefing - “tem mais de dois mil pontos de venda por todo o País, entre Livrarias, Cadeias Livreiras, Hipermercados, para além de liderar nos canais alternativos como Lojas e Postos de Abastecimento de Combustíveis, CTT, Stales Office Center, SPAs, entre muitos outros”.» Ler aqui.


Via twitter EstudosEdição.

quarta-feira, 30 de setembro de 2009

Entrevista a Horácio Piriquito

«Qual o objectivo da Deplano ao adquirir a Konsoante?

A Deplano sempre afirmou que quer crescer no sector editorial e livreiro. Mas devagar e sempre a acompanhar, com racionalidade e bom senso, a evolução rapida e turbulenta a que estamos a assistir.


Não temos nenhuma ambição de liderança e não estamos em nenhuma “correria” desenfreada e ansiosa. Preferimos focar-nos na diferenciação,na alternativa e no posicionamento. Queremos mesmo ser um “pequeno player”!

Estamos muito focados em não cometer os erros de crescimento e concentração a que estamos a assistir à nossa volta, todos os dias. Pensávamos que o exemplo da década.de 90, e o que ela significou para a gestão das empresas, pudesse servir hoje para as coisas serem diferentes. Para nós ainda bem! Para o sector, é mau.

Temos também outras áreas onde estamos focados e queremos crescer com focagem e especialização. Como, por exemplo, nos Media especializados, na Comunicação e Consultoria Empresarial, na vertente tecnológica dos conteudos e também na Internacionalização. Já estamos em São Paulo, no Brasil, vamos entrar em Cabo Verde, e estamos neste momento no local a estudar Angola e Moçambique.»

Leia a entrevista no blogue Os Meus Livros.

terça-feira, 29 de setembro de 2009

Distribuidora Konsoante vendida ao grupo de Horácio Piriquito

A distribuidora Konsoante foi fundada e era, até recentemente, posse de Mário Moura, fundador do grupo Pergaminho e actual editor da Vogais & Companhia. Recordamos que, aquando da venda da Pergaminho ao Direct Group/Bertelsmann, Mário Moura manteve fora do negócio a Konsoante, que se manteve na sua posse e troca agora de proprietário.

No actual processo de falência da Centralivros/Logilivro, alguns dos editores mais significativos têm sido acolhidos pela Konsoante, nomeadamente a Sextante e a Booksmile sendo que, segundo se crê, poderá ter a futura casa de uma Cavalo de Ferro renascida.

Horácio Piriquito foi director das revistas Semanário Económico, Valor e Fortunas & Negócios e é, actualmente, o director do grupo Deplano Network, integrando as marcas Booknomics e DePlanoBooks. Tendo em tempos sido anunciado o processo de aquisição da Rei dos Livros, esse negócio não terá ocorrido.

A Konsoante passa agora a pertencer à DePlano, de Horácio Piriquito, mantendo-se a empresa no mesmo edifício. A Vogais & Companhia continuará, igualmente, a ser distribuída pela Konsoante.

terça-feira, 8 de setembro de 2009

Booksmile rescinde com Centralivros

Ao fim de alguns meses a trabalhar com a Centralivros, a Booksmile rescindiu contrato com aquela distribuidora. Motivo? «Falta de abastecimento do mercado no último mês.»

A Booksmile está à procura de um novo parceiro para a área da distribuição. Aqui.

terça-feira, 28 de julho de 2009

Edição vs distribuição, por Eduardo Pitta

«Não podemos continuar com o divórcio entre edição e distribuição. Não podemos continuar a procurar livros em livrarias e a ouvir como resposta do empregado — livreiro é outra coisa —, em regra blasé, ou simplesmente ignorante, «dessa editora não temos nada». Já ouvi dizer isto da Assírio & Alvim, que há meia dúzia de anos andava ao colo de toda a imprensa cultural e agora sumiu dos escaparates. O mesmo se passa com as edições da Imprensa Nacional, do Instituto de Ciências Sociais, da & etc e, de um modo geral, de todos aqueles que não apostam no bestseller. Um caso paradigmático é o da Angelus Novus, que tem um catálogo irrepreensível, mas é difícil de encontrar fora dos dois ou três sítios do costume: os tais que têm livreiros. E não me venham com a treta de que sou parte interessada por ter publicado dois livros na Angelus Novus (em 2000 e 2003), um deles até já reeditado na QuidNovi.»

Ler na íntegra aqui.

segunda-feira, 26 de janeiro de 2009

Alêtheia muda de distribuidora

A editora Alêtheia acaba de anunciar que, a partir de 1 de Fevereiro, as suas novidades passarão a ser distribuídas pela Distribuidora de Livros Bertrand.

Fonte: Alêtheia

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Consulte a oferta de formação da Booktailors na barra lateral do blog.

quarta-feira, 1 de outubro de 2008

Jorge Reis-Sá comenta a LeYa e a alteração de política de preços da FNAC

Para ler no blog do autor, aqui.

«É pública a minha discordância em relação a muitas das atitudes deste grupo editorial. (...) Não vejo nem a Bertelsmann, nem a Porto Editora, nem a Presença a fazerem um décimo dos erros, a terem, nem de longe, nem de perto, a mesma estranha postura. Porquê? Porque estão cá para fazer livros e com eles dinheiro. A Leya, não: está para fazer dinheiro.O que está a acontecer em relação aos livros escolares é disso exemplo. Tenho pena que as pessoas que, durante anos e anos, fizeram os livros da ASA, da Texto, etc, estejam a ver o seu nome indirectamente associado a erros de gestão.»

«Sim, a desculpa é deselegante para não dizer que quer fazer de nós burros. Acaba a Fnac com os 10% de desconto nos livros (ou indexa-os apenas aos detentores do cartão Fnac) porque isso é, agora, prática no mercado. E eu que achava que é exactamente ao contrário que costuma funcionar: quando toda a gente está a fazer nós temos é de fazer mais, não menos. Mas com uma quota de mercado tão grande, dá para fazer tudo. Mas desengane-se quem acha que estou contra. Não estou a favor, como é óbvio, mas aceito a mudança. Ela faz parte de uma alteração no paradigma de venda do livro do grupo Fnac. Há anos que em França a Fnac é, na livraria, um hipermercado Continente: livros de alta rotação, nada mais. Notoriamente assim se tornará em Portugal dentro em breve. A mim resta-me dizer que tenho pena que o capitalismo (ou melhor, a obrigatoriedade de crescimento anual dos lucros) acabe por hipotecar um projecto inovador e único. Porque raio não podem as empresas manter os lucros, quando são, como são, já tão altos? Porque têm elas de continuar a crescer? Mas tenho a certeza que para os lados da rua Professor Jorge de Silva Horta há atenção ao fenómeno. Só se forem lorpas, como chamava o meu tio-avô Crispim ao filho quando perdia mais uma vez à sueca, é que não percebem que o futuro da Bertrand passa por ser a livraria que a Fnac já não é e que a Bertrand nunca foi.»

Livros na FNAC estão mais caros e desconto de dez por cento já é só para clientes com cartão

«A partir de hoje acabou o chamado "preço FNAC" e o desconto de dez por cento à cabeça sobre qualquer livro passará a ser usufruído apenas pelas 250 mil pessoas em Portugal que possuem cartão de cliente daquele grupo. Esta alteração estratégica foi ontem confirmada ao PÚBLICO pelo director de comunicação do grupo, Viriato Filipe.?

Mais desenvolvimentos no Público.

quarta-feira, 24 de setembro de 2008

Waterstone's e o National Year of Reading

Enquadrado nas iniciativas do National Year of Reading, a cadeia de livrarias Waterstone's lançou uma campanha de incentivo à leitura e partilha de livros. A Waterstone`s irá oferecer às crianças "do 1º ciclo" um voucher para aquisição de um livro novo, em troca de livros antigos destes alunos. As escolas participantes na iniciativa neste projecto não serão esquecidas e receberão uma série de materiais.

Mais desenvolvimentos aqui.

segunda-feira, 22 de setembro de 2008

Livrarias de culto

O Escape, do Expresso, fala de 4 livrarias classificadas como "de culto": Pó dos Livros, Trama, Ler Devagar e Lello. Para ler a caracterização feita, clicar aqui.

sábado, 6 de setembro de 2008

A Buchholz, por Eduardo Pitta

«Eu deixei de comprar na Buchholz porque quase nunca encontrava o que queria, e quando encontrava era atendido com sobranceria. Mais: como as prateleiras estavam sempre cheias de pó, era preciso ir lavar as mãos ao café da esquina. O facto de a livraria fechar cedo (18:00h) também não ajuda. O prestígio de outros tempos, fundado no stock de livros estrangeiros e numa carteira de clientes «importantes», deixou de fazer sentido com a queda da ditadura e o fim da censura.»

Eduardo Pitta, do Da Literatura, recupera um antigo post, no qual este faz uma caracterização da história livraria Buchholz.

segunda-feira, 18 de agosto de 2008

Mais uma entrada ao Search Inside

A Independent Aliance, cuja distribuição está a cargo da Faber, aderiu ao programa Search Inside da Amazon.

São cerca de 130 os títulos para já disponíveis, sendo também grande o interesse comercial que esta ferramenta de decisão consegue trazer aos editores, todos eles.

Via Bookseller.

quarta-feira, 6 de agosto de 2008

A Livrododia vista por um miúdo de 6 anos

Retirado daqui.


sábado, 12 de julho de 2008

Inauguração, hoje, em Faro, da livraria Pátio de Letras

Na Rua Dr. Cândido Guerreiro, números 26 a 30.

quinta-feira, 10 de julho de 2008

A nova Bertrand do Porto

«A Bertrand abre, às 10 horas desta quinta-feira [jhoje], a sua maior livraria no norte do país, no Porto, mais concretamente na Rua Júlio Dinis, iniciativa que o JN noticiou há cerca de três meses e que se insere na aposta de regresso à cidade de várias entidades livreiras.»

Mais desenvolvimentos no Jornal de Notícias.

terça-feira, 8 de julho de 2008

Pó dos Livros - spot de promoção

quarta-feira, 18 de junho de 2008

Parceria Almedina / Assírio e Alvim

Para celebrar o aniversário de Fernando Pessoa, as livrarias Almedina, em parceria com a Assírio e Alvim, terão uma secção exclusivamente dedicada a Fernando Pessoa com descontos de 20% em cinco obras do autor.

Na imagem, podemos ver o merchandising criado para esta iniciativa.