O comunicado / baixo-assinado foi lançado pela Gradiva, membro da UEP, de forma a recolher assinaturas de editores.
No final do comunicado reside espaço para recolha destas assinaturas. Os campos presentes neste espaço são nome e editora. Bold nosso.
«É absolutamente inaceitável que um grupo económico esteja a paralisar a realização de uma iniciativa tão significativa e emblemática como a Feira do Livro de Lisboa.
Lisboa não é uma cidade das bananas.
As editoras abaixo indicadas inscreveram-se para participar na Feira do Livro de Lisboa quando foi garantida à APEL a sua realização, sabendo que esta associação a iria organizar mantendo o seu espírito de sempre.
Se a Feira do Livro de Lisboa vier a ser utilizada como instrumento dos objectivos empresariais de qualquer grupo económico, afectando o livro e a leitura, prejudicando os leitores, os autores e a generalidade das editoras independentes, as editoras abaixo indicadas recorrerão aos tribunais para serem indemnizadas por toda a significativa despesa que já fizeram para dignificar a apresentação dos seus stands, e pelos prejuízos que o adiamento ou a não realização da Feira do Livro de Lisboa implicarem.»
Vou Miacoutar
Há 7 horas


4 comentários:
estarão a brincar? mas em que é que o investimento de uma editora na Feira do Livro pode "afectar o livro e a leitura, prejudicar os leitores, os autores e a generalidade das editoras independentes"? Se trouxer mais gente, não é bom para todos? Não estarão os signatários do abaixo assinado a ser enganados pelos velhos e cinzentos promotores desta guerra que apenas querem continuar a dominar o negócio todo, como fazem há 70 anos?
Tu é que não tás vendo, meu irmão! Todo mundo tem uma restrição orçamental, pô, é dos livros de economia! Isso significa que você quando vai a um hiper, ou a uma feira, tem um orçamento limitado, que gasta nos produtos ou editoras que mais lhe apelam. E quais são essas? As que mais marketing fazem porque mais $ têm! Resultado, as maiores ficam maiores e as pequenas independentes definham. Não é isso aí, Gradiva?
O problema dos actuais velhos e cinzentos promotores que dominam a feira há 70 anos é serem substituídos por outros tantos velhos e cinzentos promotores que não querem dominar a feira por menos tempo.
A Camara já orçamentou uma nova história de Lisboa e quem a vai publicar é a LEYA claro são uns vendidos é o que são.
Quanto á APEL está caduca e com este presidente que só quer tacho não vão a lado nenhum.~
Está na hora de criar uma associação de Livreiros sem estes abutres.
Os livreiros são para vender e os editores para editar!!
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