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terça-feira, 14 de setembro de 2010

Prémio Literário Conto Infantil Ilustrado Correntes D’ Escritas | Porto Editora

Contos Infantis Ilustrados será apresentado no próximo dia 16 de Setembro, no Salão Nobre da Câmara Municipal da Póvoa de Varzim. Esta obra reúne os trabalhos premiados na edição deste ano do Prémio Conto Infantil Ilustrado Correntes d’ Escritas | Porto Editora. Na mesma sessão será também anunciado o arranque da III edição do Prémio, referente ao Correntes D'Escritas 2011. Ler aqui.

terça-feira, 9 de março de 2010

As Correntes na blogosfera, por Isabel Coutinho

«Se o Paulo Ferreira e o Nuno Seabra Lopes não tivessem uma base de apoio em Lisboa, o blogue da edição Blogtailors não estaria, durante os dias que dura este festival literário, em constante actualização (ai, que a inveja cai sobre nós).» Isabel Coutinho explica de que forma os bloggers «tomaram conta» das Correntes D'Escritas aqui.

terça-feira, 2 de março de 2010

Imagens soltas das Correntes, por Pedro Vieira

Imagens retiradas daqui.

Recordações do Correntes D'Escritas 2010

Imagens retiradas daqui.

O fim da festa, por Sara Figueiredo Costa

«O corpo pede descanso, depois das poucas horas de sono das últimas noites. Mas o que o corpo pede, a companhia, a conversa e o ambiente silenciam. Durante toda a noite, o bar do hotel Axis-Vermar permaneceu animado. E já de madrugada, uns poucos resistentes ganharam o privilégio de uma madrugada límpida (depois do mau tempo dos dias anteriores) e de um nascer do dia em pleno areal, com o Atlântico ali à frente. Não me lembro de um fim de festa mais perfeito, antes dos abraços de despedida à Manuela Ribeiro, ao Francisco Guedes e aos participantes que ainda ficavam (e já estavam acordados), e do autocarro que nos levou ao Porto.» Ler aqui.
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segunda-feira, 1 de março de 2010

A visão de Pedro Vieira da 1.ª mesa das Correntes

Imagens retiradas daqui.

Cerimónia de encerramento das Correntes D'Escritas

A cerimónia de encerramento da edição deste ano arrancou com uma homenagem a Rosa Lobato Faria. Luís Diamantino falou da poetisa, relembrando a sua presença na edição de 2008. «Tenho um qualificativo para ela. Rosa Lobato de Faria era uma grande senhora», disse o vereador. Em nome da Porto Editora, falou o editor de Rosa Lobato Faria, Manuel Valente: «Se pensaste que escapavas a esta edição do Correntes D’Escritas enganaste-te redondamente. A gente da Cultura tem memória. E como tem memória não se podia esquecer de ti.» A homenagem foi complementada com imagens e recortes áudio da autora, para além da leitura de poemas da sua autoria.

Após a homenagem, ocorreu, então, a tradicional entrega dos prémios. Paulo Gonçalves, da Porto Editora, entregou o Prémio Conto Infantil Ilustrado Correntes D’Escritas/Porto Editora, explicando que este tem como objectivo «incentivar os alunos a partilharem o gosto por contar histórias». O Prémio Literário Correntes D’Escritas/Papelaria Locus, no valor de 1000 euros, foi entregue por Alfredo Costa, em representação da Papelaria Locus, a Miguel Rocha de Pinho, que confessou alguma surpresa pelo impacto que o seu conto teve. Maria Velho da Costa não pôde estar presente para receber o Prémio Literário Casino da Póvoa, devido ao mau tempo que se fez sentir naqueles dias. Luís Diamantino entregou o prémio a António Costa, da Assírio & Alvim, em representação da autora da obra vencedora, Myra.

Ler mais aqui, aqui, aqui, aqui e aqui.

A visão de Pedro Vieira da 9.ª mesa das Correntes

Imagens retiradas daqui, daqui, daqui, daqui e daqui.

A noite da passadeira vermelha

A passadeira vermelha foi uma novidade na XI Edição das Correntes D'Escritas, na noite da passada sexta-feira. Com ela vieram os Prémios de Edição LER/Booktailors, entregues com humor e descontracção. A apresentação esteve a cargo de Luísa Ferreira, com a colaboração dos profissionais do mundo editorial, para além de jornalistas e críticos, entre outros. O vereador do pelouro da Cultura entregou o Prémio Especial Editora do Ano, orgulhando-se de ter aceitado o desafio da entrega dos prémios. Luís Diamantino fez ainda a ressalva, durante a entrega, de que «para as Correntes D’Escritas todos os editores merecem este Prémio». Francisco José Viegas falou também, congratulando-se pelo facto de, este ano, a entrega ser feita nas Correntes, «num universo de autores, editores, livreiros, leitores», destacando ainda o trabalho da Booktailors na realização deste projecto. Ler mais aqui, aqui e aqui.

Entrevista ao vereador Luís Diamantino

«Se Manuela Ribeiro e Francisco Casanova são os braços das Correntes D'Escritas, Luís Diamantino é o rosto do principal evento literário do país, que terminou no passado sábado na Póvoa de Varzim (esta segunda-feira é possível ver a última mesa do certame, no Instituto Cervantes, em Lisboa, pelas 18h30). O vereador do pelouro da Cultura confirmou que a edição deste ano superou mais uma vez as expectativas, com o Auditório Municipal a ser novamente muito pequeno para acolher tanto público. Por isso, como revelou Diamantino, as Correntes D'Escritas vão mudar de local em 2012, concretamente para o Cine-Teatro Garrett. Mas há mais novidades para as próximas edições, como um novo prémio literário. (...)

Qual o balanço que faz das Correntes D'Escritas?
O balanço não é feito por nós, organização, mas pelas pessoas que aqui vieram, ou seja, o público, o leitor, além obviamente dos escritores. E felizmente que o retorno que temos recebido é novamente positivo. O Auditório Municipal encheu em todas as mesas, nove no total. Por acaso, hoje um espectador veio ter comigo e disse: "Parabéns, isto está cada vez melhor!" E é uma pessoa que vem desde o início, há 11 anos. Este ano tivemos connosco seis brasileiros que marcaram o hotel sozinhos, que pagaram as suas viagens e assistiram as Correntes D'Escritas, regressando ao seu país no sábado, último dia do evento. Pessoas oriundas do Rio de Janeiro que souberam das Correntes e apareceram por cá. Tivemos aqui também agentes literários da América Latina, da Alemanha, de França. Isto começa portanto a ter alguma importância para a própria indústria do livro.

Já que mencionou o Brasil, um dos problemas que hoje em dia tem um dos principais encontros literários do país, a FLIP, em Paraty, é ter crescido em demasia. A verdade é que isso começa a ser palpável nas Correntes D'Escritas, já que algum público é obrigado a sentar nas escadas ou assistir as mesas em pé porque não há cadeiras disponíveis para se sentar. Como a organização analisa esse crescimento? O Auditório Municipal parece que, de ano para ano, diminui de tamanho…
É verdade, tem razão. Mas nós só temos mais um ano em que estaremos aqui neste auditório e nestas instalações contíguas, onde decorre a Feira do Livro, apresentações de livros e dispomos de um pequeno bar. Em 2012, nas XIII Correntes D'Escritas, o número da sorte, o 13, que eu gosto muito, estaremos no Cine-Teatro Garrett, no centro da cidade, localizado numa zona pedonal. É um cinema-teatro que está a ser recuperado pela câmara municipal e terá 500 lugares sentados, quase o dobro deste aqui, que aliás fica numa zona um pouco periférica do centro da cidade. Teremos também espaço para exposições, por exemplo. Portanto, será um teatro e um auditório que receberá as Correntes com toda a dignidade, com tudo aquilo que as Correntes precisam. Depois, é um espaço localizado mesmo no centro da cidade, o que vai trazer animação também para a própria cidade em si, onde as pessoas poderão passear a pé pelas ruas comerciais, etc., etc. Portanto, esse problema de espaço estará resolvido dentro de dois anos.» Ler no Diário Digital.

A visão de Pedro Vieira da 7.ª mesa das Correntes

Imagens retiradas daqui, daqui, daqui, daqui e daqui.

As últimas mesas das Correntes

Decorreram, na passada sexta e sábado, as últimas mesas de debate da edição deste ano das Correntes D'Escritas, na Póvoa de Varzim.

A 6.ª mesa, moderada por Francisco José Viegas, contou com a colaboração de Inma Luna, Ivo Machado, Jorge Melícias, Tiago Nené e valter hugo mãe. Subordinada ao tema «O poeta é um predador», mais uma frase da autoria de Agustina Bessa-Luís, o debate ficou marcado pela intervenção de Inma Luna: «O poeta é o gourmet do recôndito.» Ler mais aqui, aqui e aqui.

Com o tema «A literatura perverte a imaginação», a 7.ª mesa teve direito a conversas, leituras, música e até dança de Malangatana. O debate contou ainda com Leonor Xavier, João Manuel Ribeiro, Manuel Jorge Marmelo e Gonzalo Celorio, tendo sido moderado por Ivo Machado. Ler mais aqui, aqui e aqui.

No sábado de manhã, decorreu a 8.ª mesa desta edição, com moderação do Bibliotecário de Babel José Mário Silva. João Paulo Sousa, Vítor Burity da Silva, Paulo Moreiras, Lourenço Pereira Coutinho e Sérgio Luís de Carvalho debateram o tema «Duvido, portanto penso», um verso de Fernando Pessoa. Ler mais aqui e aqui.

Da parte da tarde, a 9.ª e última mesa do certame foi moderada por Maria Flor Pedroso. O debate, centrado no tema «Cada palavra é um pedaço do Universo», contou com a participação de Mário Zambujal, Milton Fornaro, Onésimo Teotónio de Almeida, Ricardo Menéndez Salmón e Rui Zink. Ler mais aqui e aqui.

O embaraço de Sara Figueiredo Costa

«Apesar de algumas pessoas acreditarem que todos os escritores, jornalistas e críticos se conhecem (para além de, às vezes, acreditarem que todos partilham cabalas literárias em secretas reuniões), são amigos e jantam com frequência em casa uns dos outros, e apesar de momentos como as Correntes serem espaços privilegiados para os encontros, para além dos reencontros, a verdade é que continuo a ter algum pudor de me apresentar a um escritor se não tiver um motivo profissional (uma entrevista, por exemplo). (...) Vem isto tudo a propósito de Héctor Abad Faciolince, que está na Póvoa pela segunda vez consecutiva. Nunca tive coragem de dirigir-lhe mais do que um aceno cordial e de circunstância, à beira da mesa do pequeno almoço ou num relance entre o elevador e o átrio do hotel. E neste caso, não é apenas pudor, é mesmo total incapacidade de falar. Depois de ter lido, há um ano, Somos o Esquecimento que Seremos (Quetzal), não consigo olhar para Héctor Abad Faciolince sem que os olhos se me encham de lágrimas e sem que tenha para partilhar mais do que um silêncio (talvez eloquente, mas apenas para mim).» Ler na íntegra aqui.

O encontro onde «todos ficam acorrentados»

«Acorrentado: é assim que fica quem alguma vez coloca os pés nas Correntes D'Escritas. Quem diria que um encontro literário, o único que existe há 11 anos em Portugal, que nasceu de uma ideia simples de Francisco Guedes (que agora também organiza o LeV - Encontro de Literatura em Viagem, em Matosinhos) concretizada depois de uma conversa com o vereador da Cultura da Póvoa de Varzim, Luís Diamantino, iria deixar acorrentados (para toda a vida) aqueles que por aqui passam. Um festival literário onde nos podemos cruzar e até meter conversa com gigantes e anões (e acreditem, não se trata aqui só de uma metáfora literária).» Ler no Público.

Prémios de edição LER/Booktailors, por Sara Figueiredo Costa

«Ontem [sexta-feira] à noite, entregaram-se os Prémios de Edição LER/Booktailors correspondentes à segunda edição e agora sedeados no espaço das Correntes D’Escritas. A cerimónia envolveu passadeira vermelha, mas o tom acabou por ser informal e descontraído, o que se agradece. Com apresentação de Luísa Ferreira, a noite contou ainda com a colaboração de jornalistas, críticos, artistas e outros profissionais ligados ao sector do livro, que fizeram a entrega dos prémios a cada um dos vencedores. E sobre isso, algumas coisas: o Tiago Gomes pode tornar-se entertainer, se a Bíblia e os concertos não chegarem para o bife, que tem a carreira assegurada; o Vítor Quelhas bem podia apresentar os óscares; o Luís Ricardo Duarte rebentou com todos os preconceitos relacionados com a pacatez do Jornal de Letras; o Pedro Vieira é a garantia de que, mesmo que Onésimo Teotónio de Almeida não ande por perto, ninguém fica sem histórias para se rir.» Ler na íntegra no Cadeirão Voltaire.

Hoje, no Correntes D'Escritas, em Lisboa

18H30
10.ª MESA: «O Livro é Isto»

Germano Almeida, Héctor Abad Faciolince, Ricardo Menéndez Salmón, Tânia Ganho; moderação de Pedro Teixeira Neves
INSTITUTO CERVANTES

sábado, 27 de fevereiro de 2010

Sessão de encerramento

Está quase a terminar. O vereador Luís Diamantino chama ao palco todos os participantes.

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O tempo dá o ar da sua desgraça

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Flores, muitas flores, para a Manuela Ribeiro

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Leixões

Parece combinado. Num dia que se anuncia um temporal, isto só pode dar uma tempestade. Mais logo, estes rapazes (simpáticos, e a simpatia pelos adversários comove sempre) serão esmagados.

(pf)