Mostrar mensagens com a etiqueta Feira do Livro de Bolonha 2009. Mostrar todas as mensagens
Mostrar mensagens com a etiqueta Feira do Livro de Bolonha 2009. Mostrar todas as mensagens

segunda-feira, 13 de abril de 2009

«O que dava jeito era um Courbetzinho»

Assim o diz Carla Maia de Almeida que encontrou na I Festa do Livro Infantil um exemplar de uma obra de José Vilhena. Aqui.

sexta-feira, 3 de abril de 2009

Reminder: Vão todos ao Jardim Assombrado

É só para relembrar que a Carla Maia de Almeida continua a publicar no seu blogue a sua experiência em Bolonha. Obrigatório. Aqui.

quarta-feira, 1 de abril de 2009

Bolonha, pelo blogue da Planeta Tangerina

No blogue da Planeta Tangerina, encontramos um relato da Feira de Bolonha. Aqui.

terça-feira, 31 de março de 2009

Bolonha, por Carla Maia de Almeida

«A Coreia do Sul não deixou os créditos por mãos alheias na edição deste ano da Feira do Livro Infantil de Bolonha, onde foi o país convidado. Com uma ampla representação de cerca de três dezenas de editoras e uma aposta forte nos picture books (que representam um segmento importante, tanto no que toca à edição de autores coreanos como na tradução de autores estrangeiros), mostrou um estilo de ilustração rigoroso e sofisticado, que recolhe influências dos contos populares, da arte sacra e das técnicas de pintura e escultura orientais. Segundo dados fornecidos pela organização, o mercado livreiro coreano ocupa o 10º lugar no ranking mundial, com 40 mil novos títulos publicados todos os anos, 19 por cento dos quais pertencendo ao livro infantil.»

Ler na íntegra no blogue O livro infantil.

quarta-feira, 25 de março de 2009

Feira do Livro Infantil de Bolonha: na recta final (por Carla Maia de Almeida)

No penúltimo dia da Feira do Livro Infantil de Bolonha, o movimento decresceu substancialmente em relação aos dias anteriores. O momento alto aconteceu durante a manhã, com o anfiteatro do Illustrators Cafe repleto de gente para assistir à apresentação da obra vencedora deste ano na categoria de ficção: Robinson Crusoe, de Ajubel, uma edição da editora valenciana Media Vaca. Logo a seguir, reuniu-se o júri internacional, que analisou as cerca de 2400 candidaturas à exposição colectiva de ilustração, para partilhar com o público presente (a maior parte, composto por ilustradores, aqui representados ou não) as razões das suas escolhas, reduzidas a um total de 81 nomes. «São critérios que partem sobretudo do instinto, exactamente como acontece quando trabalho», admitiu Beatrice Masini, acrescentando que, «quando uma imagem é capaz de evocar várias histórias, isso quer dizer que funciona». Chamou ainda a atenção para o facto de, por vezes, os ilustradores se esquecerem de que as crianças são os primeiros destinatários das imagens, um aspecto contestado por Eduardo Filipe, o português que integrou o painel deste ano. «Creio que não existe boa ilustração especialmente para crianças; claro que há limites, mas, essencialmente, um artista deve trabalhar para si próprio», disse. «O que eu gosto, sobretudo, é de ver algo de novo. Os critérios de avaliação são variáveis de pessoa para pessoa, mas tudo é facilitado por sermos quatro pessoas a decidir.» Destacando alguns dos elementos objectivos que concorrem na avaliação de uma ilustração (a cor, a composição, a técnica, o design e a estética), Eduardo Filipe lembrou que não se pode evitar a emergência de um gosto pessoal e sempre subjectivo, e que «a mesma ilustração pode provocar sentimentos divergentes em duas pessoas, pelo mesmo motivo». O inglês John Rowe, outro dos membros do júri, deu um bom exemplo dessa questão ao assumir que se sente sempre mais atraído por cores escuras, e pelo preto em particular, ainda que essa cor (ou ausência de cor, se preferirem) não seja muito apreciada nos livros para crianças. «Também adoro corvos e cães, e isso chama-me sempre a atenção numa imagem», acrescentou, ao mesmo tempo que algumas ilustrações iam sendo vistas no ecrã. John Rowe salientou que, durante as várias fases do processo de avaliação das candidaturas, os nomes dos autores e respectivos países foram propositadamente ignorados, para não agirem como factor de influência, mesmo que involuntária. Refira-se ainda que a Itália e o Japão foram os dois países que enviaram maior número de propostas, mas que a grande surpresa terá sido o Irão, aqui presente com trabalhos de grande qualidade, segundo os especialistas. «Uma ilustração é uma história contada aos olhos», concluiu o último elemento do júri, Won-Bok Rhie, ilustrador e professor da Coreia, o país convidado de 2009. Amanhã, dia 26 de Março, quando a Feira de Bolonha fechar portas, pouco depois da hora de almoço, vai ser possível comprar livros ilustrados em alguns dos expositores. Ou mesmo levá-los de graça, um hábito (naturalmente) muito apreciado pelo publico visitante.

-
Consulte a oferta de formação da Booktailors na barra lateral do blog.

Era uma vez um mundo ilustrado (por Carla Maia de Almeida)

O segundo dia da Feira do Livro Infantil de Bolonha apostou forte na ilustração, com a apresentação oficial de autores coreanos e a presença de Roberto Innocenti, o segundo ilustrador italiano aqui reconhecido, 38 anos depois de Gianni Rodari. Este ano, houve 2741 candidaturas de 61 países para figurar na exposição colectiva, posteriormente avaliadas por um júri internacional, que seleccionou 81 ilustradores, nas categorias de ficção e não-ficção. Cristina Valadas, a única portuguesa destacada este ano, não esteve presente em Bolonha – pelo menos até agora –, com o seu trabalho a manter-se disponível ao público através da obra Contos da Mata dos Medos, de Álvaro Magalhães. O júri, composto por Eduardo Filipe (organizador da Ilustrarte, Portugal), Beatrice Masini (Itália), Won-Bok Rhie (Coreia) e John A. Rowe (Reino Unido), chegou à selecção mais representativa e abrangente de sempre, prova da dinâmica desta área criativa, na origem de novos talentos e de novas tendências artísticas – de que a Feira do Livro Infantil de Bolonha é uma excelente amostra, a cada ano que passa.

-
Consulte a oferta de formação da Booktailors na barra lateral do blog.

Blogosfera em debate na Feira de Bolonha (por Carla Maia de Almeida)

O tema da blogosfera ocupou o Illustrators Cafe, um dos espaços centrais da Feira do Livro Infantil de Bolonha, onde vários debates e apresentações de livros têm ocorrido a um ritmo quase imparável. No segundo dia do evento, três ilustradores reuniram-se para partilhar as suas experiencias enquanto bloggers, concordando num aspecto essencial: numa profissão solitária como é a de ilustrador, esta é uma excelente ferramenta para dar a conhecer o seu trabalho e os seus interesses. Dada a volatilidade das relaçoes com as editoras, que não investem grandemente em autores que não consideram como «seus», a blogosfera funciona como uma montra de ideias e de criatividade, ao mesmo tempo que permite trocar contactos num âmbito mais vasto e fazer ligações para outras plataformas de trabalho; como galerias ou escolas de arte, por exemplo. «O blogue é um espaço de subjectividade por excelência, onde se pode ser e dizer o que se quiser, além de partilhar conhecimento especializado», salientou Anna Castagnoli (http://www.lefiguredeilibri.com/). Os outros ilustradores participantes no encontro foram Pablo Auladell (http://pabloauladell.blogspot.com/) e Emmanuel Tavares (http://parsonsilustration.wordpress.com/). E, desta vez, o público presente no anfiteatro (com grande representatividade de bloggers) teve também oportunidade de expressar o seu ponto de vista.

-
Consulte a oferta de formação da Booktailors na barra lateral do blog.

terça-feira, 24 de março de 2009

A Feira de Bolonha de 2003

Rita Pimenta, do Letra Pequena, relembra como foi a Feira do Livro de Bolonha em 2003. Aqui.

Centro de Tradutores e Seminário Internacional de Tradução

Este ano, a tradução terá especial destaque nesta edição da Feira do Livro Infantil, em Bolonha.

O «Centro de Tradutores» oferece a possibilidade de trocar experiências e contactos entre colegas de trabalho e associados, havendo ainda a possibilidade de participação em encontros e workshops. Será ainda possível consultar ou registar-se no «World Directory of Children’s Book Translators», uma base de dados de tradutores de livros infantis.

Ler aqui.

Eslováquia apresenta-se como «um país de contos» (por Carla Maia de Almeida)

Com uma longa tradição oral de contadores de histórias, mas também em virtude da riquíssima escola de ilustração do Leste Europeu, a Eslováquia promete ser uma presença marcante na próxima edição da Feira do Livro Infantil de Bolonha, em 2010, enquanto país convidado. Na conferência de imprensa que terminou há pouco, os responsáveis destacaram a «visualidade» e a «imaginação» do livro infantil, num país onde os contos têm uma presença quotidiana na vida das pessoas. «Os melhores escritores de literatura para adultos escrevem também para crianças, e grandes pintores, sobretudo depois da II Guerra Mundial, desenvolveram um trabalho notável na ilustração», afirmou Dusan Kallay, professor na Escola de Belas Artes de Bratislava, com a grande experiência na realização da Bienal de Ilustração a contar também como um elemento a favor. Deixando um elegante elogio à participação da Coreia, país convidado deste ano, prometeu tentar estar à altura do que foi feito e não hesitou em definir a Eslováquia como «um país de contos». Poderá isto significar um maior investimento no texto e nos escritores, em detrimento da omnipresente ilustração? A ver vamos, em 2010.

-
Consulte a oferta de formação da Booktailors na barra lateral do blog.

Maior Prémio de Literatura Infantil

O «Astrid Lindgren Memorial Award» será anunciado no local de nascimento de Astrid Lindgren, na Suécia. O anúncio será transmitido, em directo, para o «Illustrators Café» na Feira. Este momento irá ainda incluir uma conferência de imprensa, uma apresentação de um membro do júri, entre outros.

O prémio será aproximadamente de 480 000 € e será anunciado hoje.

Todos os caminhos vão dar a Bolonha (por Carla Maia de Almeida)

Catálogos, folhetos, brochuras, posters, postais, cartões de visita e tudo o mais que caiba na bagagem foi bem-vindo no primeiro dia da feira do Livro Infantil de Bolonha, que se prolongará até à próxima quinta-feira, 26 de Março. Tudo, excepto livros, já que este é um evento destinado, fundamentalmente, à compra e venda de direitos, sendo apenas possível folhear as obras e tomar nota dos títulos, para mais tarde comprar nas livrarias ou via Internet.

A Coreia do Sul é o país em destaque nesta 46.ª edição, que conta com a presença de 66 países. Portugal faz-se representar pela Direcção-Geral do Livro e das Bibliotecas, em cujo pavilhão figura uma selecção de livros publicados sobretudo no ano passado. Além de editores, ilustradores, escritores e directores de arte que se deslocaram individualmente a Bolonha, existe apenas um pavilhão português, que reúne a Verbo, a Porto Editora e a Editorial Presença.

O primeiro dia ficou marcado pela abertura da exposição de Roberto Innocenti, vencedor da edição de 2008 do Prémio Hans Christian Andersen de Ilustração e autor da imagem de capa do catálogo de ilustradores deste ano. Anthony Browne, outro nome forte, também já contemplado com o Prémio Andersen, foi um dos participantes do encontro «Metaphors of Childhood», onde vários autores procuraram explicar conceitos de transfiguração da infância presentes nos seus livros. Inevitavelmente, o autor de O Meu Pai falou dos gorilas que surgem de forma recorrente, essas criaturas «fortes e gentis», que representam também a imagem do seu próprio pai, desaparecido quando tinha 17 anos. O público presente no auditório do Illustrators Cafe estava desconfortável q.b., devido às condições de dureza do terreno, mas teria continuado a ouvir com gosto Anthony Browne. Infelizmente, não houve tempo para perguntas.

O Leão e o Coelho Saltitão na Feira do Livro Infantil, em Bolonha

Esta obra, com texto de Ondjaki e ilustração de Rachel Caiado, publicada pela Editorial Caminho, foi seleccionada para fazer parte da exposição «The White Ravens».


Esta exposição conta com 250 livros infantis e juvenis em mais 30 línguas e provenientes de cerca de 50 países, e é acompanhada por um catálogo em língua inglesa que contém informações dos títulos seleccionados.

Direcção-Geral do Livro e das Bibliotecas na Feira de Bolonha

Dando seguimento à participação em 2008, a Direcção-Geral do Livro e das Bibliotecas estará novamente presente na Feira Internacional do Livro Infantil de Bolonha, apresentando uma selecção de títulos de escritores e ilustradores portugueses, publicados em 2008/2009.

A DGLB apresenta a «Portuguese Children's Book», uma brochura com informação sobre livros portugueses para a infância, com divulgação sobre o Programa de Apoio à Edição de Ilustração e Banda Desenhada portuguesas junto dos editores estrangeiros, assim como destacando Cristina Valadas, finalista do «Prémio Nacional de Ilustração», com o trabalho O rapaz que sabia acordar a Primavera.
-
Consulte a oferta de formação da Booktailors na barra lateral do blog.

segunda-feira, 23 de março de 2009

Programa da Feira do Livro Infantil

O programa, bastante diversificado, conta com encontros, seminários, apresentações e mesas de discussão, que ocorrem diaramente no «Illustrators Café», no centro da feira. Para além destes, o visitante poderá ainda assistir a exposições e espectáculos.

Consultar o programa da Feira aqui.

Carla Maia de Almeida é a enviada especial do Blogtailors em Bolonha

Infelizmente não poderemos estar presentes em Bolonha. Mas temos no terreno Carla Maia de Almeida que fará o favor de nos enviar informações do que se está a passar.

Cá aguardamos, com a promessa de partilhar.

Feira do Livro Infantil, Bolonha 2009

Hoje, começa a mais importante feira profissional do livro infantil do mundo.

Todos os anos, em Bolonha, milhares de editores - entre eles vários portugueses, assim como uma representação da Direcção-Geral do Livro e das Bibliotecas - dirigem-se para este evento colorido e animado, caracterizados por alguns como a «mais bela Feira Profissional do Mundo dos Livros». Este ano será a 46.ª edição e, de 23 a 26 de Março poderemos contar, novamente, com a famosa mostra de ilustração, sendo o convidado de honra a Coreia do Sul.